Ao contrário do que se esperava, ninguém tem pressa em me vendar. Embora eu não ficaria nem um pouco surpreso. E eles não me levam para um bunker ou masmorra, mas para um restaurante. Passamos pela entrada dos fundos, depois manobramos pelo labirinto de corredores até que parei na porta de um dos escritórios VIP. — Desculpe, Damião Aleksandrovich, mas este é um procedimento obrigatório. Diz o principal segurança. Concordo com a cabeça em compreensão, levanto as mãos e viro o rosto para a parede, apoiando as palmas nela. Eles rapidamente me revistam e me convidam a passar pela porta aberta. No escritório VIP, no sofá, está sentado um homem de quem tanto ouvi falar, vi várias vezes, mas nunca me cruzei com um simples olhar. — O que, consegue surpreender você, Damião Alexandrovich? Ele o

