Durante o sono, sinto a palma quente de Damião cobrindo a minha barriga. — Você já voltou? Eu suspiro com uma voz sonolenta. — Durma, baby. Damião puxa-me na sua direção, pressionando as minhas costas no seu torso quente e duro. O cheiro penetra instantaneamente nas minhas narinas. Eu amo esse cheiro dele. — Que horas tem? Esfregando os olhos, inclinei a cabeça para trás para olhar o homem. — É tarde demais. Damião tentou adicionar aspereza à sua voz. Mas isso só me animou ainda mais. — Você foi falar com os meus pais? Tendo saído do seu controle, viro-me para encarar o barbudo. Damião apenas estuda o meu rosto por alguns segundos. Eu não sou estúpi*da. Ele estava no hotel. Ele não foi exatamente falar com o meu pai, mas sim com a minha mãe. Porque conversei com o meu pai. Ele ficou

