— Félix me contou mais sobre isso. Respondo. Mas assim que começo a falar sobre Félix, o investigador instantaneamente chama a minha atenção. Embora eu também o tenha visto com o investigador. Quando me soltaram, já é noite lá fora. Ando pelas ruas vazias, a luz fraca das lanternas ilumina a estrada e eu também quero morrer, seguindo o meu pai. Porque ainda amo Damião, apesar de ele ter matado o meu pai, embora não diretamente, mas indiretamente. Eu amava o meu pai e ele foi morto. Eu amei o Damião, ele estava preso. O meu amor é um veneno que envenena. Eu destruo tudo que toco. Era eu quem deveria ter morrido ou estar na prisão. Aproximo-me da casa de Damião. É tão grande e assustadoramente escura. Empurro a porta. Está aberta. Para onde foi a segurança? Para onde foi Denis, que e

