— Há guardanapos na gaveta da mesa. Damião faz uma careta e pragueja quando, jogando a cabeça para cima, bate a cabeça na parede. Eu apenas fecho os meus olhos e xingo baixinho. Abro a gaveta da mesa e tiro um pacote de guardanapos. Imediatamente olho ao redor da mesa e pego uma garrafa de água, que está bem perto. — Sente-se. Digo a Damião com uma voz de comando e, apertando os meus dedos no seu cotovelo, literalmente o puxo para a cadeira. Eu o forço a sentar. Eu mesmo pego guardanapos e assumo ativamente o papel de enfermeira. — Você vê como você tem sorte por eu estar aqui. Digo enquanto jogo o primeiro lote de guardanapos na lata de lixo. — Não fale sobre isso, você não me trás sorte. Damião revira os olhos e diz ironicamente. Revirando os olhos, continuo trabalhando meio período

