Cap. 06

1438 Words
Terror narrando Os dias tem transcorrido na santa paz de Deus, na vida do c r i m e cada dia de paz tem que ser aproveitado e agradecido tá ligado, pois nunca se sabe o que vai acontecer no dia seguinte. Já é quase fim de tarde, os cria tudo na atividade, já na tem troca de turno dos menor. A Mariana tá chegando aí com a maluca lá, e eu tô só esperando. Eu e Wl estávamos fazendo uma ronda pelo morro e ao finalizar decidi ir pra casa ver como estão as coisas com a tia que cuida aqui de casa, vê ela deixou tudo no esquema pras minas e o Wl ficou na barreira esperando. Falei pra ele me passar o rádio quando elas chegassem, vou receber elas na boca primeiro, deixar a visita ciente de como funciona as coisas, não gosto de gente diferente aqui, prefiro prevenir do que remediar. A Mariana vai ficar p u ta de não poder subir direto pra casa mas problema dela. Tô a caminho e casa e ao avisto uma marmita minha passando, Paloma, acho é que vou dar uma rapidão, antes de ir para casa. Paro a moto perto dela e ela já vem na minha direção toda toda sorrindo. Terror: - Sobe aí! – ela sobe e agarra na minha cintura. Essas marmita aqui do morro é assim, não precisa nem falar muito, ela já sabe o que eu quero e ela quer o mesmo, se pá até mais que eu. R a s g o as viela acelerando a minha moto Tiger 1200 rumo a um barraco meu que eu tenho só pra comer p u t a. Chego e estaciono a moto no portão, meus seguranças param mais afastado. A mina desce e eu desço logo em seguida. Entramos na casa, ela primeiro e eu depois, viro para fechar a porta e quando me viro de volta a v a d i a já está tirando a roupa. Paloma: - Que saudades de você gatinho. – ela fala toda manhosa. Terror: - Saudades do meu pauzão né safada. Paloma: - Ai com certeza, só de imaginar já fico molhada. – v a d i a. Terror: - Então vem safada, cai de boca e chupa tudo, quero ouvir tu engasgando. – falo tirando minha glock da cintura e colocando na mesinha ao lado. Ela já está só de sutiã e calcinha fio dental , ambas as peças rosa claro. Ela vem até mim e desce a minha bermuda jeans, em seguida ela desce minha cueca boxer e meu p a u salta pra fora batendo bem na cara dela, a safada nem gosta né. Ela pega no meu p a u e passa a língua só na cabecinha, ela vai lambendo e dando chupadas só na cabeça e eu jogo a cabeça pra trás aproveitando as sensações. Em seguida ela enfia meu p a u todo em sua boca e começa a me chupar com mais vontade. Pego em seus cabelos loiros compridos e os enrolo em minha mão e ajudo com os movimentos, meu t e s ã o vai subindo cada vez mais e quando vejo já estou no controle, socando com força meu p a u na sua boca, que geme gostando e se engasga fazendo uma lágrima escorrer no canto do seu olho. Vejo ela com a mão por dentro da calcinha se tocando, acelero mais um pouco faço ela fazer garganta profunda, e g o z o com vontade em sua garganta. Ela engole tudo, sorri e abre a boca mostrando como é uma boa safada. Ela se levanta e tira sua lingerie e vai até o sofá se posicionando de quatro. Eu pego a camisinha e encapo o bichão e entro nela devagar, dou só uma olhadinha no relógio e creio não ter muito mais tempo pra fazer o s e x o do jeito que eu gosto então, soco na b u c e t a dela com intensidade e ela geme alto, desfiro tapas nos dois lados de sua b u n d a e continuo metendo, já sinto os sinais de que ela logo mais vai g o z a r. Sua b u n d a já está vermelha de tanto tapa, acelero meus movimentos, não não tenho muito mais tempo, sinto sua b u c e t a contrair e ela g o z a, a sensação das suas paredes contraindo e apertando o meu p a u me fazem g o z a r também. Recupero o fôlego e saio de dentro dela, vou para o banheiro, tiro a camisinha e jogo na vazo, dou descarga e jogo uma água rápido no corpo. Voltou pra sala e ela ainda está deitada no sofá, pego minha carteira e tudo uma nota de duzentos reais.. Terror: Pega aí tua meta, tenho que vazar, não demora pra ir embora daqui também. – saio sem nem dar tempo dela dizer nada. Subo na moto e vou em casa tomar mais um banho, agora um banho direito e trocar de roupa. Chegando em perto de casa meus seguranças já abrem o portão da garagem, guardo a moto, entro em casa indo direto pro meu quarto para tomar banho, no caminho dou uma olhada no quarto da Mariana e no de hospedes, parece tudo em ordem. Assim que saio do banho meu rádio apita. Wl: - Aí irmão, chegaram. Terror: - Leva elas pra boca principal e conta 5 que eu tô chegando. – começo a me vestir rapidão e o rapidinho apita de novo. Wl: - Pra boca? – ouço três vozes perguntarem juntas. Do Wl, da Mari e a outra voz deve ser da amiga dela, qual que é o nome mesmo, pera, Maria Fernanda. Terror: Pra boca p o r r a, bora! – falo já descendo as escadas. Pego meu celular, o pessoal e o de trampo, pego o rádio, carteira, a Glock e a chave do carro. P o r r a é tanta coisa pra carregar que qualquer hora vou ter que andar de bolsa mané. 5 minutinhos e encosto, o carro do Wl já tá lá na boca, paro ao lado, desço e vou direto pra minha sala. Abro a porta e a Mari já pula em mim toda feliz me abraçando, só escuto a tal da Maria Fernanda, que tá sentada no sofá com cara de c u, falar: Fernanda: - Nossa que i n t i m i d a d e com o dono. – toda ressabiada. Mariana: - Bom amiga, esse é o dono da Rocinha e meu primo, Terror. – mané parece que o olho da mina vai pular pra fora de tão surpresa. Consigo ver no olho dela ela xingando a Mariana em pensamento kkkkkk vontade de rir mas posso não. – e Terror, essa é a minha melhor amiga e colega de curso, Maria Fernanda. – ela faz as apresentações. Fernanda: - Prazer Fernanda – e estende a mão. Terror: - Satisfação mina, prazer só na cama tá ligado. Maria Fernanda né não? Qual foi? Tá com medo de dá o nome inteiro? – analiso de cima a baixo e a bicha é gostosinha mesmo hein na moral essa mina malha hein mané. Ela esconde o ouro, na rede social dela não dá pra ter ideia de que ela é gata assim. Fernanda: - Medo nenhum. Só prefiro Fernanda, ou algum apelido derivado, tipo Fe ou Nanda. – ela explica meio de nariz em pé. Terror: - Vou te dar o papo beleza, MARIA Fernanda, - ela revira os olhos e eu já sei onde eu quero fazer ela revirar esses olhos ainda mais- gosto de tudo certo no meu morro e principalmente na minha casa. A Mariana é tipo minha irmã, confio nela, então tô dando uma moral pra tu, anda no certo, cuidado com o que você conta daqui pra outras pessoas e assim deve dá tudo certo pra tu. O melhor é se fazer de cega, surda e muda. Pegou a visão? – ela parece querer pular no pescoço da Mariana, pois está olhando feio pra ela. Fernanda: - Se eu soubesse não tinha nem vindo. – ele fala baixinho mas eu ouvi. Terror: - Como é? – falo cruzando os braços e encarando ela já bolado. Fernanda: - Cega, surda e muda, entendi. – fala e dá um sorrisinho sem mostrar os dentes, sonsa do c a r a l h o. Mano vou matar a Mariana se essa p o r r a der b.o. no meu morro.
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