capítulo 129

1307 Words

📓 NARRADO POR REINALDO (REY) A tensão ficou grossa no ar, dava pra cortar com faca. Eu larguei o garfo de lado, bati a mão pesada na mesa, e o barulho fez o copo dela tremer. — “Loira… tu me conhece. Eu não sou homem de deixar vivo quem fez m*l a mim. E agora quem encostou em você, quem fudeu tua vida… menos ainda. Quem pisa no que é meu, não respira mais. Essa é a lei.” Os olhos dela brilharam molhados, mas ela não baixou a cabeça. — “Eu não quero aproximação, Reinaldo.” — a voz saiu embargada, mas firme. — “Não quero abraço, não quero perdão. Só quero que ela saiba a verdade. Que o irmão que ela defendeu como santo, que ela preferiu acreditar em vez de mim… era o monstro. O mesmo que tentou me destruir. Que ela viva com essa culpa queimando cada vez que olhar no espelho. Isso vai mat

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