Kim — Que estranho, eu estou me sentindo meio tonta — comento quando já estamos terminando o nosso lance, levando o dorso das minhas mãos para os meus olhos. — Deve ser efeito do remédio. — Artêmis diz repentino me fazendo franzir o cenho. — Que remédio? Do que está falando? — Não fique com raiva de mim, Kimberly. É que faz dias que você não dorme e eu tive que fazer isso. — Que droga, Artêmis, você não tinha esse direito! — reclamo quase sem forças, saindo do banco e logo sinto o meu corpo fraquejar. — Você só precisa dormir um pouco e acordará renova. Precisa descansar, Kimberly, entenda isso. — Eu confiei em você! — retruco irritada. — Kim, olhe pra mim. — Ele pede um tanto autoritário e eu faço um pouco de dificuldade. — Confie em mim, eu só quero o melhor pra você. Agora venha

