Caladinha

2286 Words
Essa semana meu sogros vem passar uns dias conosco, é a primeira vez deles aqui então estou um pouco apreensiva, arrumei a casa e preparei um almoço especial pra quando os dois chegarem. -Amor, que horas são?-pergunto provavelmente pela milésima vez -deixa eu ver-ele olhou pro relogio- faz 5 minutos desde a última vez que você perguntou- ele falou sorrindo e segurando minha cintura- calma, eles já vão chegar, aí vão ser uma semana sem sexo- ele disse fazendo cara de desgosto -Ue amor, porquê?- perguntei fazendo biquinho e colocando os braços em seus ombros -Amor-ele falou com voz de riso- assim... como eu posso te dizer… Você faz muito barulho- ele sorriu e eu fiquei com vergonha - I-isso não é verdade Bruno- disse dando um tapa fraco no seu braço mas já sentindo meu rosto queimar de vergonha -Amor. Lembra quando a gente se mudou pra cá, que na manhã seguinte a polícia bateu na nossa porta porque os vizinhos ouviram você gemer e me denunciaram achando que eu tava abusando de você porquê vc era baixinha demais pra ser maior de idade?- ele perguntou levantando as sombraselhas e eu não respondi nada pois estava quase roxa de vergonha. Ele vendo meu rostinho triste apertou minhas bochechas com uma mão até eu fazer bico e ele deu um beijo estalado- calma bonequinha -Mas amor, não quero passar uma semana sem gozar, sabe que eu não aguento- falei chorosa Ele abaixou a cabeça até a altura da minha orelha -Pode gozar nos meus dedos, ou na minha boca- disse baixinho me fazendo arrepiar -Serio?- perguntei alegre dando pulinhos -Sim- falou sorrindo -Aceito então- disse olhando pra ele e sorrindo, ele abaixou a cabeça e nos beijamos devagar, suas mãos começaram a puxar meu vestido rodado até minha b***a ficar esposta, mas ele prontamente cobriu-as com a palma das mãos, eu mordi seu lábio e ele gemeu em protesto. Quando uma de suas mãos começou a massagear minha i********e, ouvimos um carro parar na frente de casa e buzinando -Droga- ele praguejou- Você recebe eles amor, eu vou dar um jeito no meu problema- ele falou sorrindo de lado, mas antes de sair puxou a barra da minha calcinha fazendo ela enterrar na minha b***a -Uhhm, desgraçado- falei mordendo o labio com força Ele ainda deu um tapinha na minha b***a antes de abaixar meu vestido e sair. Eu recebi os dois e acomodei eles no quarto de hospedes que ficava inconvenientemente ao lado do nosso, porque o outro tava em reforma. Durante o dia tudo correu bem, final da tarde eu e minha sogra tivemos uma conversa agradável enquanto preparávamos a janta, quando terminamos tudo, deixei a comida e no fogo fui tomar um banho, assim que sai levei um susto dando de cara com o Bruno -Amor, Deus me livre, quase morri do coração, poxa- falei dando vários tapinhas em seu peito enquanto ele se ria -Calma- ele exclamou segurando meus punhos e me dando um selinho- e vai botar uma toalha amor, por favor tá frio -Mas vida, a porta tá fechada; ninguém vai me ver; o que tem eu ficar nua- falei cruzando os braços sobre os p****s -Mas eu tô vendo- falou me puxando já me apertando com suas mãos -Bruno- falei calma -Eduarda- ele falou com um riso cínico já me beijando e acariciando minha cintura e eu fiquei na ponta dos pés, ele vendo meu esforço já me puxou me fazendo entrelaçar as pernas na sua cintura, foi me carregando até a cama, mas quando ele parou de andar senti meu corpo sendo jogado e dei um gritinho de surpresa -agora vou tomar banho- falou me deixando a ver navios -bastardo, filho da p**a- falei jogando um travesseiro em sua direção Depois de praguejar aquela ideia de convida-los pra passar uma semana inteira aqui e ficar uns minutos olhando pro teto decido me vestir, colopra hort de tecido e uma cropped cinza e vou descalça até a cozinha ver o andamento das coisas, durante o jantar consigo perceber o olhar divertido do Bruno, do outro lado da mesa. Depois de comermos, vou tomar outro banho pra me deitar e ababo me tocando vagarosamente e g**o chamando o nome daquele i****a, coloco o pigama mais sexy que tenho e deito com a b***a empinada, coloco meus óculos de descanso e pego um livro pra ler, só que ele demorou muito, foi me dando sono e eu estava quase adormecendo quando ele chegou. -Não esquece de apagar a luz- falo olhando sonolenta abraçada no travesseiro Ele foi no banheiro e tomou um banho demorado. Quando volto ele passa só de toalha indo até o closet e volta só de short e se deitou do meu lado colocando a mão em minhas costas -Bruno-falei baixinho -Oi- falou me apertando -Bruno, para- falei deitando o rosto no travesseiro -Porquê?-ele me puxou fazendo minhas costas se chocarem em seu peito, empinei minha b***a automaticamente me aconchegando em seus braços e ele sem perder tempo pois uma mão dentro do meu shortinho -Amor, você disse que não podiamos -É só você fazer silêncio- disse mordendo minha orelha e enfiando um dedo dentro de mim me fazendo respirar fundo, seu dedo se mexia vagarosamente me fazendo apertar uma perna na outra e mordendo o lábio pra conter um gemido. Depois ele se levanta e fica entre minhas pernas, e me coloca alguns travesseiros sob minha cabeça pra que eu possa ficar em uma posição mais confortável apesar se estar com sono, gozar uma ou duas vezes me parece mais relaxante do que dormir. Ele me pede pra abrir as pernas e eu alego estar muito cansada pra isso -Então- ele fala sorrindo- deixa que eu faço isso por você- sua mão vai até a alça da minha camisetinha e ele faz a mesma deslizar sob meu ombro e sua boca começa a depositar beijos estalados descendo até meu peito, quando ele finalmente tira minha camiseta e segura desliza a mão da minha barriga até segurar meus s***s e apertalos eu deixo outro suspiro sair. Ele abocanha um enquanto continua apertando o outro, as vezes beliscando o bico fazendo-me contorcer abaixo de si ele morde forte, do jeito que eu gosto, depois de um tempo sua boca desce fazendo uma trilha de beijos até chegar às minhas pernas fechadas, ele as segura atrás dos joelhos e abre delicamente, e segue sua trilha de beijos pelo interior da minha coxa me fazendo tremer com o contato -Amor, por favor- falo baixinho apertando os lençóis -O que você quer?- ele pergunta olhando pra mim segurando minhas coxas apertando com forças me fazendo arquear as costas -Por favor- falei chorosa -O que você quer?- ele acaricia minha i********e devagar- não vai dizer? -Bruno, por favor?!-apertei os olhos sentindo o toque dos seis dedos -Eu preciso saber- ele continuou os movimentos, me torturando -Amor- eu comecei a sussurrar com as mãos no rosto morrendo de vergonha- m-me faz... eu preciso... eu preciso... me faz gozar?!?! Ele sorriu e enfiou dois dedos na minha b****a, ele entrava mexendo os dedos para os lados aumentando meu prazer -Você se masturbou hoje baxinha?- ele me olhou levantando as sombraselhas -E-eu não vou reponder isso- falei com a respiração cortada -Me fala, eu quero saber, o que minha bonequinha andou fazendo- ele movimentava seus dedos de forma lenta e torturante, e eu estava ficando doida com isso -Por favor, por favor- eu sussurrava e me batia por dentro por saber que esrou falando assim porque sei que ele gosta -Vamos, me reponde- ele aumentou as investidas -S-sim! não! Não sei... só, só me faz gozar, por favor, uhmm, por favor aah arh -Isso mesmo- ele continuou com os movimentos rápidos e alguns gemidos saiam um pouco altos, eu tentava controlar mas não conseguia Ele percebeu isso e se levantou para sua boca alcançar a minha e eu abracei seu corpo e senti meu orgasmo chegando, tentei chegar as pernas mas ele me impediu, c*m sua mão apertando minha coxa e seus dedos entrando fundo dentro de mim eu gozei gemendo contra sua boca. Continuamos a nos beijar de forma preguiçosa e seus dedos ainda dentro de mim sendo apertados. Quando meus espamos passaram e minha respiração controlou uma calma e uma sensação de relaxamento me invadiu seus dedos sairam de mim e ele lambeu os mesmos me fazendo ficar vermelha -Agora minha pequena vai dormir bem- ele disse me dando um selinho, depois foi no banheiro e voltou rapidamente me vestindo so com a calcinha depois me puxou novamente fazendo com que minhas costas ficassem em contato com seu peito, eu senti seu m****o duro e percebi que ele não havia gozado -Amor- eu falei sem abrir os olhos- Você não gozou, ainda tá com vontade Ele sorriu e beijou meus cabelos -Não se preocupa baixinha, pode dormir -Ma-mas amor...- eu tentei falar masfui interrompida -Nada de mas- ele deu um tapinha na minha b***a- dorme agora- ele começou a me acariciar e eu acordei ja de manhã ouvindo ele me chamar -Eduarda, acorda- ele passava as mãos nos meus cabelos e eu só levantei os braços e me senti sendo puxada pro seu colo -Bom dia- falei preguiçosa me espreguiçando -Bom dia pequena- me deu um beijo na testa -Não acredito que você acordou primeiro que eu no final de semana, estou chocada- falei esfregando os olhos -Filha da mãe, vai tomar um banho, meus pais ainda tão dormindo então vou comprar pão e bolo pra gente comer -Mas você vai desse jeito? - falei rebolando no seu p*u duro -Sua culpa- ele falou segurando minha cintura pra mim rebola mais forte- uhmm droga, vai logo tomar seu banho vai- deu um beijo no meu pescoço me fazendo cócegas Tomei meu banho depois vesti uma roupa confortável e fui pra cozinha. Ele tinha acabado de chegar e tava colocando as coisas na mesa -Amor- fui me aproximando dele-deixa eu te ajudar -Não amor- falou me dando um selinho- já tô terminando -Não é com a comida. É com isso- passei a mão sobre sua calça olhando pra ele com carinha inocente -Amor, agora não. Aqui não- falou segurando minha mão fazendo uma cara de desespero que me fez rir -Porquê?-mordi o labio Ele fez cara de zangado, eu só cruzei os braços e sentei em uma cadeira começando a comer. Ele logo se sentou e começou a comer também, as vezes olhava pra mim e desviava, até que tive uma idéia muito errada, então peguei uma faca de mesa e comecei a cortar um pão, fingi deixar a mesma cair debaixo da mesa e "fui pega-la". Sai da cadeira e entrei debaixo da mesa e fui engatinhando até ficar entre suas pernas, ele a princípio sorriu e fez carinho no meu cabelo -Que foi minha gatinha?-fez cafune no meu cabelo- Não achou a faca-fiz que não com a cabeça Então coloquei novamente a mão sobre seu m****o duro e ouvi ele gemer em protesto- Baixinha... para- ele falou com voz quase de choro e eu sorri travessa -Xiu- falei com cara feia mandando ele fazer silêncio. Tirei seu p*u de dentro da cueca e segurei com as duas mãos, passando a lingua com vontade na cabeça fazendo barulho como se chupasse um picolé, depois lambi tudo deixando bem babado, ouvindo ele gemer e repirar com dificuldade. -Baixinha- ele falou segurando meu cabelo mas eu ignorei Passei a chupar com vontade fazendo vai e vem movendo a cabeça ele logo desistiu de resistir e já empurrava minha cabeça algumas vezes, só que ouvi alguns barulhos vindos da sala, e diminui a velocidade, logo a mãe dele chegou na cozinha e eu gelei, o coração do Bruno deve ter parado por uns segundos, eu juro que pensei em parar, mas a diabinha que habita em mim me controlou, eu voltei a lamber olhando pra ele com cara perversa. A mãe dele começou a conversar e ele só concordada ou dava uma resposta curta, uma vez ele foi responder quando eu coloquei todo na boca e quase se engasgou com o suco, a mãe dele perguntou o que foi e ele só negou com a cabeça, assim que ela se virou ele abaixou a cabeça e olhou pra mim com cara séria -Eduarda!-ele sussurrou entre dentes e eu só me fiz de estátua com a língua pra fora-Para agora Eu toda inocente comecei a depositar beijos castos sob seu sembro depois fiquei lambendo com a ponta da língua. Ele colocou a mão na boca e apoiou o colovelo na mesa, com a outra mão ele segurou meu cabelo e eu sorri voltando a chupar com força. Sua respiração ficou pesada e sua mão puxava meu cabelo com certa força, parecia que estava chegando no limite dele então comecei a sugar com força, tentando não fazer barulho pra não dar escândalo -Eduarda-ele susurrou apertando ainda mais meus cabelos - Eduarda- ele fechou os olhos e soltou a respiração e eu senti os jatos de leite na minha boca quando tirei da minha boca ainda melou meu rosto e eu peguei com os dedos colocando na boca em seguida, olhei pra ele e consegui ver seu rosto vermelho, a boca continuava coberta por sua mão, ele não parecia muito alegre então resolvi ficar quietinha. -Você me paga- ele disse sem olhar pra mim Então, ajeitou o short e voltou a sua posição, eu enostei o queixo no seu joelho e esperei a minha sogrinha sair. Quando ela finalmente saiu, eu sai da mesa, corri pro quarto e me tranquei no banheiro, com o pensamento de passar os próximos dois meses me alimentando de pasta de dente e sabonete.
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