Com a respiração descompassada, eu me viro e vou embora pela segunda vez. Só que dessa vez com a imagem dos olhos penetrantes dele nos meus, era como se… Como se estivesse realmente desesperado, não pelo contrato e sim, por mim, por nós. Neguei com a cabeça, enviando esses pensamentos para longe. Puxei a minha última mala e coloquei no banco de trás mesmo e corri para o banco do motorista, ligando o carro e acelerando coloquei o GPS rumo a casa da Henalle, que ficava perto dali. Assim que cheguei, Henalle já estava na porta à minha espera, estranhei, pois ela estava arrumada e com uma bolsa nas mãos. Assim que desci do carro, ela correu ao meu encontro e me abraçou. — Ai Fê, senti tanto a sua falta!!! — Disse ainda me apertando. — Agora sim, vai viver para você e por você. — Também

