Ele mordiscou meu pulso e eu suspirei, afundando-me contra ele.
-Isso é legal.-Eu disse.
A mão dele desceu por meu corpo, o acariciando.
-Eu não me canso de você.
-Aposto que você diz isso para todas as mulheres.
-De jeito nenhum. Não estou nem um pouco interessado nelas e certamente não exploro seus corpos. Você, por outro lado...- Ele agarrou a minha b***a, apertando-a um pouco e depois abrindo-a. -Eu simplesmente não consigo resistir.
Ele saiu de mim, e eu senti os dedos entre minhas coxas, tocando minha b****a. Lentamente, ele os puxou para fora, puxando-os em direção ao meu ânus.
Eu fiquei tensa, insegura.
-Eu não vou machucar você, querida. Você vai adorar isso.
-Eu nunca...
-Eu sei. Você é virgem. Eu não acho que você teria chegado ao ponto de f********o anal.-Ele mordeu o meu pescoço.
-Você precisa parar de fazer isso. Alguém verá essas marcas.
-Deixe eles. Eu não dou a mínima.- Para enfatizar seu argumento, ele mordeu ainda mais forte, sugando também. Haveria uma marca em meu corpo.
-Harry?
-Está tudo bem, querida. Gosto de ver minhas marcas em você.
Ele pressionou um dedo contra minha b***a e eu gritei, ficando tensa.
De repente, ele se sentou e montou em uma das minhas pernas, apoiando a outra sobre o peito, de modo que ficasse suspensa no ar.
-O que você está fazendo?-Eu perguntei.
-Vou jogar e você pode me dizer para parar a qualquer momento.- Ele beijou o meu pé. -Confie em mim.
Ele mergulhou um dedo em minha b****a.
-Pare!- Eu tentei ser séria, mas comecei a rir. De repente ele parou de fazer cócegas no meu pé, e agora eu gemi com o prazer dos dedos dele dentro de minha b****a. Ele não ficou ali por muito tempo, arrastando-os para baixo.
Eu não pude deixar de ficar tensa, e Harry fez isso de qualquer maneira. Ele pressionou um dedo contra meu cu, e eu olhei em seus olhos enquanto ele me penetrava lentamente. Com um dedo inteiro dentro, a dor e o prazer se combinaram e se misturaram, tornando quase impossível para mim saber se gostava ou não.
-Você não está tentando fugir de mim. Isso é uma coisa boa.
Eu revirei os olhos.
-Você gosta disso?- ele perguntou.
-Não sei.
-Está tudo bem, querida. Isso levará tempo.
Com a outra mão que não lhe tinha tocado no r**o, ele começou a acariciar o meu c******s. O prazer e a dor de repente se dividiram e eu estava sentindo mais prazer. Ele esfregou o polegar contra o meu c******s enquanto fodia minha b***a com os dedos. A dupla sensação foi a coisa mais bizarra. Eu queria afastá-lo e ainda agarrá-lo e segurá-lo para mais. Eu não sabia mais o que fazia sentido, o prazer ou a dor ou ambos.
Rangendo os dentes, eu fechei os olhos, tentando me concentrar.
-Você adora, querida. É incrível, não é?
Sua voz perversa me tentava de maneiras que eu nunca imaginou serem possíveis.
Harry era um homem que eu odiava há muito tempo e ainda o odiava. Nada mudou naquele departamento. Só que agora, sempre que ele me irritava, eu pensava em provocá-lo, em fazê-lo esperar.
O que eu não entendia foi por que ele era tão diferente aqui entre nós, e um i****a no escritório. Ok, desde que nós transamos, ele não foi um i****a, mas ainda assim. Eu sabia que ele era capaz disso, e seria apenas uma questão de tempo até que sua astúcia não conhecesse limites.
-Eu quero que você venha até mim, Nora. Venha sobre meus dedos e saiba que um dia em breve vou f***r essa b***a, e você vai adorar cada segundo, me implorando para te f***r.
O que mais me assustou foi que eu realmente acreditava que ele estava certo.