Não houve dor quando ele puxou para fora, e eu não pude resistir a olhar entre as coxas para ver onde elas estavam unidas. Seu pênis tinha uma mancha perceptível de sangue.
Ele passou os dedos por todo meu comprimento, que ainda tinha a ponta dentro de mim.
-Você vê isso. Isso muda tudo.-Ele esfregou o sangue virgem entre os dedos. -Isso significa que você pertence a mim.
Olhando em seus olhos, eu sabia que ele falava a verdade. Não havia como negar. Estava ali para eu ver. Eu agora pertencia a ele e não havia como recuar.
Ele agarrou meus quadris e bateu profundamente, então eu gritei.
-E eu vou te levar uma e outra vez. Um gostinho de você, Nora, não será suficiente. Ele se inclinou e chupou um de meus m*****s em sua boca. Ele mordeu e eu gemi ainda mais.
Eu não conseguia calar a boca quando ele começou a empurrar dentro de mim, cada pulso de seu pênis enviando uma onda de choque de prazer percorrendo todo o meu corpo a tal ponto que eu não sabia onde ele terminava e eu começava.
Ele beijou meus lábios e deslizou a língua em minha boca. Eu provei meu gosto na língua dele, e o calor do beijo me fez querer mais.
-Você tem um gosto tão bom, querida. Você se sente tão bem. A sua v****a está tão apertada, e está a implorar para ser fodida, para ser montada com força. Droga, eu queria tanto isso, pra c*****o, e agora posso ter você.
Ele agarrou as minhas mãos, travando-as acima da minha cabeça enquanto suas estocadas aumentavam. Eu envolvi as pernas em volta da cintura dele, precisando que ele fosse mais fundo.Precisava que ele me fodesse com mais força.
Eu era virgem, mas era uma virgem que queria tanto isso. Nunca houve um homem em quem eu confiasse o suficiente para revelar meu segredo, ninguém com quem eu quisesse compartilhar isso, e agora eu finalmente o fiz.
Harry arrebatou meu corpo, e mesmo que eu não achasse que fosse possível, ele me levou a outro clímax, me chocando profundamente enquanto eu gritava seu nome mais uma vez enquanto gozava.
Harry
Com Nora apoiada em meu peito,Eu não pude deixar de sorrir. Ela era virgem, intocada por qualquer outro homem, completamente inocente. Os pensamentos sujos que eu tive sobre ela nos últimos anos eram totalmente justificados.
Ela é minha agora e não vou deixá-la ir.
Nunca.
Peguei o sabonete na borda da banheira e comecei a molhar a esponja. No momento em que eu entrei profundamente em sua b****a, sem camisinha, eu soube que havia me distraído. Será que existia o risco de um bebê?
A ideia de Nora grávida de um filho meu fez meu p*u engrossar. Eu queria isso. Eu a queria. Não havia como eu pensar que Nora era um brinquedo com o qual eu poderia brincar quando quisesse. Ela era muito mais do que isso, e eu não estava disposto a colocá-la de volta na prateleira.
-Como você está se sentindo?-Eu perguntei.
-Bem.
-Você não está dolorida?
-Estou um pouco dolorida. Meio estranha, na verdade.
-Então me diga, Nora. Como alguém chega aos vinte e cinco anos e ainda é virgem?-Eu perguntei.
Ela encolheu os ombros e ainda não tinha olhado para mim.
-Nunca houve ninguém com quem eu quisesse compartilhar isso. Ninguém com quem eu queria ir tão longe.
-E você decidiu fazer isso comigo?
-Eu não decidi nada, Harry. Isso simplesmente aconteceu. As mãos dela repousaram sobre os meus joelhos. -Isso não deveria ter acontecido.
-Não diga isso. Também não vai parar de acontecer.
-Isso não pode continuar. Não quero ser uma daquelas mulheres que dorme com o chefe e depois é demitida quando segue em frente.
Eu coloquei o sabonete de volta na lateral da banheira e comecei a ensaboar o corpo dela.
-Eu quero ir embora- disse ela.
-Frank está desapontado por você querer ir.
-Você poderia simplesmente dizer a ele que sou exatamente como seus outros PAs, e ele pararia e ficaria mais decepcionado comigo.
-Você não é como aquelas outras mulheres, então pare de tentar fingir que é. Frank conhece quem você é de verdade, e eu também.
-Quem está fingindo? Vamos ser realistas aqui por um momento.-Ela finalmente se virou para olhar para mim. -Você não gosta de mim e eu não gosto de você. Não quero passar o resto da minha vida trabalhando para alguém que prefere arrancar os próprios olhos a olhar para mim.
Eu pressionei um dedo nos lábios dela. -Eu vou parar você aí. Meu p*u não fica duro para pessoas de quem não gosto. Eu gosto muito de você.
-Então por que você foi tão horrível comigo todo esse tempo?
-Porque eu não poderia ter você.
-O que?
-Você era a princesa de Frank. Todos no escritório viram o quanto ele se importava com você e, a princípio, pensei que você estava transando com ele. Então percebi que é porque você é uma trabalhadora dedicada. Você nunca foi para a faculdade e, pelo que sei, nunca teve a chance. Na verdade, acho que se tivesse essa chance, você seria uma ótima advogada. Ele também sabe disso. Na verdade não. A questão é que, mesmo que você tenha o conhecimento acadêmico para ser incrível, você é legal demais. Você precisa ser durona e ser capaz de lutar em um tribunal. Não acho que você tenha o que é preciso nesse sentido.
-É bom então que eu não queira ser advogada. Não quero trabalhar para pessoas como Richmond, que não conseguem se controlar, mas se recusam a pagar por seu erro.
-É o que Frank vê também. Eu também acho que se aproveitariam de você. Você é muito legal e, neste mundo, ser gentil não é suficiente.
-Eu sei. Eu vi o que aconteceu com Carl.- Ela suspirou e se afastou de mim, colocando distância entre nós dois. Ela estava sentada na extremidade oposta da banheira.
-Quero deixar uma coisa clara aqui. Eu quero te f***r. Quando ela foi falar, eu ergui a mão. -Eu não acabei. Essa coisa entre nós. Não sei o que é, mas está fervendo sob a superfície há meses.
-Não, não está.-Ela disse, rindo.
-Só porque você não conhece os sinais. Isso está acontecendo, e nós dois sabemos disso. Podemos combatê-lo ou podemos abraçá-lo.
-Deixe-me adivinhar, você vai abraçar isso.
-Estou preparado para lhe oferecer um acordo.
-Não estou com meu advogado presente.-Ela disse, se afastando de mim.
Eu não estava disposto a aceitar isso. Eu estendi a mão, agarrando-a e puxando-a para meu colo para que ela montasse e meus quadris. Encontrando seu núcleo, eu lentamente a enchi com meu pênis até que ela estava sentada sobre ele.Nós dois gememos enquanto a v****a dela se apertava à volta da sua p**a.
-Você tem um advogado muito bom presente. Não vou ferrar você com um acordo. Sou duro, mas justo. Você pode dizer que sou muitas coisas, mas quando se trata do meu trabalho, sou o melhor.
-Eu sei.
-Então, minha doce ex-virgem. Estou pensando, que tal fazermos um teste?
-Um teste de quê?
-De nós, é claro.
-Se Frank descobrir, ficarei sem emprego e minha reputação e integridade serão arruinadas. Eu não sou feita de dinheiro. Eu preciso deste trabalho.
-Ninguém jamais saberá. Durante o horário de expediente, deixarei de ser o i****a que tenho sido.Principalmente porque agora estou conseguindo o que quero.
Eu sempre achei difícil trabalhar com ela, e estar perto dela ainda mais difícil. Quando estavamos no escritório e eu só precisava vê-la, eu estava bem com isso. No momento em que Frank a colocou comigo, foi uma tortura. Eu tive que usar as mulheres para me impedir de me aproximar dela, de não cruzar a linha com Frank. Eu pretendia tentar proteger os dois. Eu nunca quis que uma mulher me pertencesse. Nora, ela inspirava todos esses sentimentos, e não havia nenhuma maneira que eu pudesse combatê-los.
-Trabalharemos juntos como temos feito. À noite, você pertence a mim. No instante em que saímos do escritório, vale tudo o que eu disser.
-E as minhas entrevistas?-ela perguntou.
-Você pode continuar indo até eles, e se encontrar um lugar que queira ir, conversaremos. Você realmente quer trabalhar para uma empresa rival?
Ela balançou a cabeça.
-Não. Eu odiei estar lá hoje. Isso me deixou m*l do estômago. Eu senti como se estivesse traindo Frank e a empresa.
Eu sabia que era assim que ela se sentiria.
A lealdade significava tudo para ela.
-Não haverá outros homens. Você não vai flertar com ninguém e isso significa Carl.
-Eu nunca flertei com Carl.
-O cara tem uma queda por você. Temos que cortar o m*l pela raiz.
-Em primeiro lugar, não, ele não tem. Não há como ele ter uma queda por mim. Em segundo lugar, se eu não posso ter mais ninguém, você também não pode. Chega de mulheres vindo ao escritório.
-Uau, você está pedindo uma coisa difícil agora. Nenhuma outra mulher?- Eu estava apenas brincando com ela, mas gostava de ver até onde poderia pressioná-la. -E se eu precisar de alguma coisa?
-Então você vem até mim.
-Isso é mais do que bom para mim, mas espere tudo, Nora. Eu não sou um cara muito legal.
-Eu sei que é.
Prometo abalar o seu mundo e, em troca de ser... exclusivo, exijo que você explore tudo comigo.
-Como o que?- ela perguntou, parando de repente.
Passei as mãos pelas costas dela, cobrindo sua b***a cheia. Eu amava a b***a dela, especialmente como ela ficava quando ela se curvava, apresentando-a a mim como um presente para ele desembrulhar.
-Bem, sempre que eu quiser sua b****a, você terá que me dar.
Fora do escritório.
-Não. Veja, sou um homem muito s****l, Nora. Eu gosto de f***r e gosto muito de f***r. E estou esperando por você há muito tempo.Quero que você confie em mim que farei de tudo para mantê-la segura. Frank e o resto dos nossos colegas não saberão o que está acontecendo. Serei discreto, mas se quiser que você descanse no meu lado da mesa e abra as pernas para que eu possa tocá-lo, é isso que você fará. Se eu quiser que você feche a porta, deslize para baixo da mesa e chupe meu p*u, é isso que você fará. Sua b****a, sua boca e sua b***a, tudo pertence a mim.
-Minha b***a?
-Sim. m*l posso esperar para f***r, abrir bem suas bochechas e deslizar meu p*u profundamente dentro de sua b***a, reivindicando você. Vou te dar tudo, Nora, só pedi sem limites quando se trata de mim.
-Nenhuma ação garota com garota?
-Não.
-Ou outro homem.
-Uau, você imagina algumas coisas excêntricas.
-Eu era virgem. Eu não estava completamente alheia ao que estava perdendo.
-Então você tem um acordo, desde que também esteja disposta.
Ela fez uma pausa e eu vi as rodas em sua cabeça girando. Segundos se passaram, talvez até minutos, e ela finalmente assentiu. -Sim eu concordo.
-Você não vai se arrepender disso, Nora Covington.
Ele certamente não iria.