Juliana Narrando Passei a noite com o Nathan. Ainda sinto o cheiro dele na minha pele. Depois que entramos na cobertura, eu achei que seria só mais uma noite comum, mas com ele nada é simples. Tomamos banho juntos, rimos, nos provocamos, e dormimos abraçados como se o mundo lá fora não existisse. No meio da noite, acordei com ele mexendo no celular. — O que você tá fazendo? — murmurei, com a voz ainda sonolenta. — Resolvendo um detalhe. Nem dei importância. Voltei a dormir aninhada no peito dele. De manhã, enquanto eu ainda estava na cozinha preparando café, o interfone tocou. Nathan atendeu, tranquilo. Minutos depois, a porta se abriu e entraram dois funcionários carregando uma arara enorme de roupas, caixas e mais caixas. Eu fiquei parada no meio da sala. — Nathan, o que é is

