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Por Anastácia. O quarto que me encontro está em silêncio absoluto. Pisco meus olhos varias vezes para acostumar com a claridade. Nem Christian ou meu pai se encontram aqui. Abaixo meu olhar para a altura dos meus s***s e não os encontro. Não há nada está tudo reto. Abro a bata para ver mas esta enrolado com uma fita de gaze. Eu quero tirar e ver. Mas assim que toco dói. A porta é aberta, fecho minha bata rapidamente, não quero que meu pai ou Christian principalmente veja. Da porta surge uma enfermeira por volta dos vinte e cinco anos, alta e bonita. – olá meu nome é Suzana, como se sente? – eu me sinto bem. – alguma dor? Faço que não. – você saiu da cirurgia a uma hora, os remédios ainda devem estar fazendo efeito, qualquer coisa é só clicar o botão - ela aponta para trás de mim

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