Cap. 8- Bônus Andrew.

1716 Words
O dia m*l raiou e eu já estou acordado, babando na minha barrigudinha, que dorme ao meu lado. Depois que enfim conseguimos desmantelar a quadrilha do Morales, estamos apenas curtindo a felicidade. - Tudo tem andado na mais tranquila paz. - E até os casos que aparecem na delegacia. - São coisas simples de se resolver, e na grande maioria apenas desentendimento entre pessoas, que acabam em briga e a polícia é acionada. - É como se a cidade em geral, estivesse em uma temporada de paz. Acabo abrindo um sorriso, com esse meu pensamento, enquanto levo a minha mão até a barriga da Vick, já sentindo o Léo se mexendo. - Bom dia, campeão. Falo, enquanto aproximo a minha cabeça da barriga a Vick, plantando ali um beijo. O que faz ela se mexer, e antes deitada de lado, agora vira ficando com a barriga para cima. - O que me faz ampliar o sorriso. Já que na mesma hora, me dá uma vontade enorme de acordar ela, da melhor forma. Então em movimento lentos, desço minhas mãos até sua i********e, notando que ela ainda dorme. Sem mais poder esperar então, afasto suas pernas... enquanto vou me encaixando no meio delas. Puxo sua cal'cinha para o lado e abro um sorriso, observando o meu paraíso particular. - Tão linda... Falo depositando um beijo... que faz com que a Vick se remexa na cama... abrindo mais as pernas. Olho para ela, mas ainda parece que dorme tão serena. - E já sem aguentar mais esperar. - Caiu de boca, em sua i********e. Que a cada dia, parece se tornar mais apetitosa... mapeio cada centímetro daquele paraíso com minha língua. Enquanto o meu polegar, já brinca em seu ponto G... a fazendo se contorcer um pouco. E já impaciente para que ela acorde, começo a distribuir mordidas em seus lábios vaginais, fazendo ela soltar roucos gemidos. Enquanto tenta se controlar, fingindo ainda dormir... mas a cada instante, abrindo mais suas pernas para mim. - Se não acordar... juro que irei parar. Ameaço, e instantâneamente vejo os seus olhos se abrirem, enquanto se entrega aos gemidos, sem mas se controlar. - Acordou com fome. Ela ge'me, enquanto eu ataco com minha boca a sua intimidade... e meus dedos a estocam. - Sempre estou faminto, pela minha mulher. Respondo, colocando mais pressão entre minhas sugadas e estocadas... levando ela a se derramar em minha boca. - Agora sim, bom dia vida. Respondo para ela que me encara, enquanto tenta regular sua respiração. - Também estou faminta. Fala ainda com a respiração irregular, já se levantando, e me puxando para deitar na cama. - Muito faminta. - E exijo ser alimentada. Escuto ela, enquanto sou jogado deitado na cama, e ela sobe para cima de mim. - Use e abuse. Falo amando quando ela assume o poder assim, me deixando mais excito a cada instante, conforme ela vai descendo seus beijos, até chegar.... - aaaa.... isso.... isso. Falo sem vergonha de mostrar, o quanto estou entregue em suas mãos. Enquanto ela abre um sorriso, levanto meu m****o cada vez mais fundo, em sua garganta. - Pø'rra de boca gostosa... - Nossa amor... assim .... isso... - Tá delicioso. - Cara'lhø, amor... assim eu vou... Não consigo completar a frase, já que ela me engole praticamente por inteiro, enquanto suas mãos brincam massageando meus testículos. E não demora muito, acabo me liberando em um jato forte, direto na sua boca. - Ainda estou faminta... Ela fala com um sorriso sexy em seu rosto, enquanto vai se posicionando sentando em cima de mim, já direcionando o meu m****o, para a sua entrada. - Sou todo seu... Murmuro, já sentindo meu m****o duro novamente, já que negar fogo, para a patroa está completamente fora de questão. - Isso... isso... Falo sentindo sua b****a, me engolindo por completo... e com toda certeza, não existe lugar melhor no mundo, do que dentro dela. Penso, enquanto a observo em um sobe e desce tranquilo, como se tudo o que quisesse é eternizar esse momento. Sem pressa, apenas sentindo cada sensação, que o momento está nos proporcionando. - Ei, que foi... Ela me pergunta, enquanto senta por um instante se permitindo parar... me fazendo perder o ar. Quando a sinto começando a rebolar... e é nesse momento que perco a noção, a razão e me deixo ser guiado apenas pelo desejo. Troco nossas posições, em um movimento rápido, estando com ela agora de quatro. E sem mais poder me controlar, começo a estocar para dentro dela, como se não ouvesse amanhã. E conforme seus gemi'dos, vão ficando mais alto... mais rápido eu vou estocando. Até que perdidos um no outro, em total frenesi alcançamos junto o ápice. - Uau... isso foi... - Uau. Ela fala tentando encontrar palavras, para descrever o nosso café da manhã. - Acho que uau, define bem. Falo rindo, sem conseguir encontrar uma palavra também. - Ainda estou faminto. Falo para ela, que logo abre um sorriso... mas somos brevemente interrompidos, pelo meu celular que começa a tocar. - Pørra... justo agora. Murmuro irritado, reconhecendo o toque específico, que indica que é a minha irmã me ligando. - Ela não nos ligaria cedo assim, se não fosse importante. Vick argumenta, enquanto abre um sorriso, olhando para o meu m****o duro, já babando por ela novamente. - Que seja mesmo importante. Falo pegando o celular, e sei que ela não vai parar de ligar até eu atender. - Bianca, espero que seja algo. - Realmente importante. Atendo, sobre o olhar atento da Vick, que segura a risada, vendo a minha raiva. - Sim é importante. - Na verdade aguardo você na minha empresa. - As meninas, estarão todas lá em casa. Diferente do que achei que seria a minha irmã, quem está do outro lado é o Ricardo. E só pelo fato dele ir direto ao assunto, sem brincadeira... já posso imaginar, que merda das grandes está acontecendo. - Preciso me preocupar? Pergunto, mesmo já sabendo a resposta apenas pelo sem tom. - Garanta que a Vick, fique em segurança lá com as meninas. É tudo que ele me responde, antes de desligar o telefone. - O que aconteceu? Vick pergunta, avaliando atentamente a minha reação. - Não faço ideia. - Mas sei que as meninas estão todas, lá na casa do Ricardo. - E ele está me aguardando na empresa. Respondo para ela que torce o rosto, não gostando de saber, que estamos a deixando de fora. - Sou uma agente treinada. - E seu braço direito, Delegado Andrew. Fala brava, tentando me convencer a levar ela para a reunião. - Todos conhecemos o seu potencial meu amor. - Mas a prioridade, é o bem estar do Léo. Brinco passando a mão na barriga dela, enquanto a puxo para mais perto. - Deixa eu ir descobrir, o que está acontecendo. - E dependendo do que for, chamo você. - Mas não podemos nos permitir, colocar o nosso filho em risco, certo? Falo apelando para o lado protetor dela, a convencendo. (...) Tendo a convencido a me deixar ir sozinho na reunião, não demoro muito para deixar ela na casa do Ricardo. Estou saindo de lá... quando vejo Amir chegando com a Melissa e o Nicolas. Me aproximo deles então para dar bom dia, quando escuto o Amir falando para ela. - Melissa... não comenta nada. - Não sabemos ainda o que está acontecendo. - Então é melhor, mantermos em segredo por enquanto. Ela apenas balança a cabeça, enquanto me encara parando ao lado deles. - Pelo jeito, as coisas estão mais sérias. - Do que imaginei. Comento para eles, que apenas balançam a cabeça .. - Bom é melhor eu entrar. - Qualquer notícia, me avisa. Ela pede encarando a Amir, que assente enquanto ela se afasta. - Que merda tá acontecendo? Pergunto enquanto a observamos entrar de mãos dadas, com o Nicolas, que caminha brincando alheio a tudo. - Não temos notícias do Felipe, a algum tempo já. - Ontem encontramos um corpo. - Que claramente, foi deixado para chamar a atenção dele. - Já que tinha uma tatuagem enorme, com o nome dele. - E uma identidade falsa, no nome do Felipe. Amir despeja as informações sobre mim... me indicando para entrarmos no carro dele. - Alguma pista de para onde ele foi? Pergunto para ele enquanto entramos no carro. - Ele saiu para ir nos encontrar, na empresa. - A Melissa foi a última a ver ele, e confirmou que saiu dizendo ir para lá. - Estavamos a sua espera. Amir fala colocando o carro para funcionar, quando meu celular começa a tocar. - Delegado Mackenzie falando. Atendo... antes olhando e reconhecendo o número, se tratando do sanatório em que eu mesmo, assinei para internar a Verônica. E logo sou informado do assassinato da Verônica, que teve seu corpo encontrado no início da manhã. E para o espanto maior, o último a estar com ela, foi o seu filho Felipe Ortiz. - Merda. Esbravejo desligando o celular, e tentando entender o que está acontecendo. - Delega... eu entendi direito. - A Verônica, está morta? Amir pergunta, querendo confirmar se entendeu direito, a minha conversa ao telefone. - Não só está morta. - Como o principal suspeito do crime é o Felipe. Respondo para ele, que acelera ainda mais o carro, passando a podar, todos os outros... E nessa velocidade, não demoramos muito a chegar, na empresa do Ricardo. Estamos nos aproximando da porta, quando escutando de dentro da sala, a voz do Felipe... o que claro, nos fez respirar tranquilos. Enquanto entramos, constatando que ele realmente está bem. - Porém como as notícias que trouxemos, não eram nada agradáveis. Ele acabou se sentindo sufocado, se retirando da sala. - Felipe... Tento o chamar, mas ele não me escuta... passando pela porta, sem olhar para trás. - Descobriram, mais alguma coisa? Escuto Amir perguntando, enquanto eu saio da sala, indo atrás do Felipe. Ando a passos rápidos pelo corredor, perguntando por ele aos funcionários, quando o vejo parado com algo em suas mãos, olhando para todos os lados. Me aproximo dele, notando uma luz vermelha piscando embaixo do carro. - Droga... Grito internamente,enquanto corro já gritando o Felipe, o vendo pegar suas chaves do bolso. - Felipe nãooooooooo..... *** Contínua ***
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