O dia m*l raiou e eu já estou acordado, babando na minha barrigudinha, que dorme ao meu lado.
Depois que enfim conseguimos desmantelar a quadrilha do Morales, estamos apenas curtindo a felicidade.
- Tudo tem andado na mais tranquila paz.
- E até os casos que aparecem na delegacia.
- São coisas simples de se resolver, e na grande maioria apenas desentendimento entre pessoas, que acabam em briga e a polícia é acionada.
- É como se a cidade em geral, estivesse em uma temporada de paz.
Acabo abrindo um sorriso, com esse meu pensamento, enquanto levo a minha mão até a barriga da Vick, já sentindo o Léo se mexendo.
- Bom dia, campeão.
Falo, enquanto aproximo a minha cabeça da barriga a Vick, plantando ali um beijo.
O que faz ela se mexer, e antes deitada de lado, agora vira ficando com a barriga para cima.
- O que me faz ampliar o sorriso.
Já que na mesma hora, me dá uma vontade enorme de acordar ela, da melhor forma.
Então em movimento lentos, desço minhas mãos até sua i********e, notando que ela ainda dorme.
Sem mais poder esperar então, afasto suas pernas... enquanto vou me encaixando no meio delas.
Puxo sua cal'cinha para o lado e abro um sorriso, observando o meu paraíso particular.
- Tão linda...
Falo depositando um beijo... que faz com que a Vick se remexa na cama... abrindo mais as pernas.
Olho para ela, mas ainda parece que dorme tão serena.
- E já sem aguentar mais esperar.
- Caiu de boca, em sua i********e.
Que a cada dia, parece se tornar mais apetitosa... mapeio cada centímetro daquele paraíso com minha língua.
Enquanto o meu polegar, já brinca em seu ponto G... a fazendo se contorcer um pouco.
E já impaciente para que ela acorde, começo a distribuir mordidas em seus lábios vaginais, fazendo ela soltar roucos gemidos.
Enquanto tenta se controlar, fingindo ainda dormir... mas a cada instante, abrindo mais suas pernas para mim.
- Se não acordar... juro que irei parar.
Ameaço, e instantâneamente vejo os seus olhos se abrirem, enquanto se entrega aos gemidos, sem mas se controlar.
- Acordou com fome.
Ela ge'me, enquanto eu ataco com minha boca a sua intimidade... e meus dedos a estocam.
- Sempre estou faminto, pela minha mulher.
Respondo, colocando mais pressão entre minhas sugadas e estocadas... levando ela a se derramar em minha boca.
- Agora sim, bom dia vida.
Respondo para ela que me encara, enquanto tenta regular sua respiração.
- Também estou faminta.
Fala ainda com a respiração irregular, já se levantando, e me puxando para deitar na cama.
- Muito faminta.
- E exijo ser alimentada.
Escuto ela, enquanto sou jogado deitado na cama, e ela sobe para cima de mim.
- Use e abuse.
Falo amando quando ela assume o poder assim, me deixando mais excito a cada instante, conforme ela vai descendo seus beijos, até chegar....
- aaaa.... isso.... isso.
Falo sem vergonha de mostrar, o quanto estou entregue em suas mãos.
Enquanto ela abre um sorriso, levanto meu m****o cada vez mais fundo, em sua garganta.
- Pø'rra de boca gostosa...
- Nossa amor... assim .... isso...
- Tá delicioso.
- Cara'lhø, amor... assim eu vou...
Não consigo completar a frase, já que ela me engole praticamente por inteiro, enquanto suas mãos brincam massageando meus testículos.
E não demora muito, acabo me liberando em um jato forte, direto na sua boca.
- Ainda estou faminta...
Ela fala com um sorriso sexy em seu rosto, enquanto vai se posicionando sentando em cima de mim, já direcionando o meu m****o, para a sua entrada.
- Sou todo seu...
Murmuro, já sentindo meu m****o duro novamente, já que negar fogo, para a patroa está completamente fora de questão.
- Isso... isso...
Falo sentindo sua b****a, me engolindo por completo... e com toda certeza, não existe lugar melhor no mundo, do que dentro dela.
Penso, enquanto a observo em um sobe e desce tranquilo, como se tudo o que quisesse é eternizar esse momento.
Sem pressa, apenas sentindo cada sensação, que o momento está nos proporcionando.
- Ei, que foi...
Ela me pergunta, enquanto senta por um instante se permitindo parar... me fazendo perder o ar.
Quando a sinto começando a rebolar... e é nesse momento que perco a noção, a razão e me deixo ser guiado apenas pelo desejo.
Troco nossas posições, em um movimento rápido, estando com ela agora de quatro.
E sem mais poder me controlar, começo a estocar para dentro dela, como se não ouvesse amanhã.
E conforme seus gemi'dos, vão ficando mais alto... mais rápido eu vou estocando.
Até que perdidos um no outro, em total frenesi alcançamos junto o ápice.
- Uau... isso foi...
- Uau.
Ela fala tentando encontrar palavras, para descrever o nosso café da manhã.
- Acho que uau, define bem.
Falo rindo, sem conseguir encontrar uma palavra também.
- Ainda estou faminto.
Falo para ela, que logo abre um sorriso... mas somos brevemente interrompidos, pelo meu celular que começa a tocar.
- Pørra... justo agora.
Murmuro irritado, reconhecendo o toque específico, que indica que é a minha irmã me ligando.
- Ela não nos ligaria cedo assim, se não fosse importante.
Vick argumenta, enquanto abre um sorriso, olhando para o meu m****o duro, já babando por ela novamente.
- Que seja mesmo importante.
Falo pegando o celular, e sei que ela não vai parar de ligar até eu atender.
- Bianca, espero que seja algo.
- Realmente importante.
Atendo, sobre o olhar atento da Vick, que segura a risada, vendo a minha raiva.
- Sim é importante.
- Na verdade aguardo você na minha empresa.
- As meninas, estarão todas lá em casa.
Diferente do que achei que seria a minha irmã, quem está do outro lado é o Ricardo.
E só pelo fato dele ir direto ao assunto, sem brincadeira... já posso imaginar, que merda das grandes está acontecendo.
- Preciso me preocupar?
Pergunto, mesmo já sabendo a resposta apenas pelo sem tom.
- Garanta que a Vick, fique em segurança lá com as meninas.
É tudo que ele me responde, antes de desligar o telefone.
- O que aconteceu?
Vick pergunta, avaliando atentamente a minha reação.
- Não faço ideia.
- Mas sei que as meninas estão todas, lá na casa do Ricardo.
- E ele está me aguardando na empresa.
Respondo para ela que torce o rosto, não gostando de saber, que estamos a deixando de fora.
- Sou uma agente treinada.
- E seu braço direito, Delegado Andrew.
Fala brava, tentando me convencer a levar ela para a reunião.
- Todos conhecemos o seu potencial meu amor.
- Mas a prioridade, é o bem estar do Léo.
Brinco passando a mão na barriga dela, enquanto a puxo para mais perto.
- Deixa eu ir descobrir, o que está acontecendo.
- E dependendo do que for, chamo você.
- Mas não podemos nos permitir, colocar o nosso filho em risco, certo?
Falo apelando para o lado protetor dela, a convencendo.
(...)
Tendo a convencido a me deixar ir sozinho na reunião, não demoro muito para deixar ela na casa do Ricardo.
Estou saindo de lá... quando vejo Amir chegando com a Melissa e o Nicolas.
Me aproximo deles então para dar bom dia, quando escuto o Amir falando para ela.
- Melissa... não comenta nada.
- Não sabemos ainda o que está acontecendo.
- Então é melhor, mantermos em segredo por enquanto.
Ela apenas balança a cabeça, enquanto me encara parando ao lado deles.
- Pelo jeito, as coisas estão mais sérias.
- Do que imaginei.
Comento para eles, que apenas balançam a cabeça ..
- Bom é melhor eu entrar.
- Qualquer notícia, me avisa.
Ela pede encarando a Amir, que assente enquanto ela se afasta.
- Que merda tá acontecendo?
Pergunto enquanto a observamos entrar de mãos dadas, com o Nicolas, que caminha brincando alheio a tudo.
- Não temos notícias do Felipe, a algum tempo já.
- Ontem encontramos um corpo.
- Que claramente, foi deixado para chamar a atenção dele.
- Já que tinha uma tatuagem enorme, com o nome dele.
- E uma identidade falsa, no nome do Felipe.
Amir despeja as informações sobre mim... me indicando para entrarmos no carro dele.
- Alguma pista de para onde ele foi?
Pergunto para ele enquanto entramos no carro.
- Ele saiu para ir nos encontrar, na empresa.
- A Melissa foi a última a ver ele, e confirmou que saiu dizendo ir para lá.
- Estavamos a sua espera.
Amir fala colocando o carro para funcionar, quando meu celular começa a tocar.
- Delegado Mackenzie falando.
Atendo... antes olhando e reconhecendo o número, se tratando do sanatório em que eu mesmo, assinei para internar a Verônica.
E logo sou informado do assassinato da Verônica, que teve seu corpo encontrado no início da manhã.
E para o espanto maior, o último a estar com ela, foi o seu filho Felipe Ortiz.
- Merda.
Esbravejo desligando o celular, e tentando entender o que está acontecendo.
- Delega... eu entendi direito.
- A Verônica, está morta?
Amir pergunta, querendo confirmar se entendeu direito, a minha conversa ao telefone.
- Não só está morta.
- Como o principal suspeito do crime é o Felipe.
Respondo para ele, que acelera ainda mais o carro, passando a podar, todos os outros...
E nessa velocidade, não demoramos muito a chegar, na empresa do Ricardo.
Estamos nos aproximando da porta, quando escutando de dentro da sala, a voz do Felipe... o que claro, nos fez respirar tranquilos.
Enquanto entramos, constatando que ele realmente está bem.
- Porém como as notícias que trouxemos, não eram nada agradáveis.
Ele acabou se sentindo sufocado, se retirando da sala.
- Felipe...
Tento o chamar, mas ele não me escuta... passando pela porta, sem olhar para trás.
- Descobriram, mais alguma coisa?
Escuto Amir perguntando, enquanto eu saio da sala, indo atrás do Felipe.
Ando a passos rápidos pelo corredor, perguntando por ele aos funcionários, quando o vejo parado com algo em suas mãos, olhando para todos os lados.
Me aproximo dele, notando uma luz vermelha piscando embaixo do carro.
- Droga...
Grito internamente,enquanto corro já gritando o Felipe, o vendo pegar suas chaves do bolso.
- Felipe nãooooooooo.....
*** Contínua ***