CAPÍTULO 112 MILENA NARRANDO Montei nele devagar. As pernas abriram dos dois lados do quadril dele, e eu fiquei sentada na altura da barriga, bem em cima. A umidade na minha i********e, já devia estar escorrendo pela coxa dele. Ele levou as mãos pros meus quadris, apertando. — Assim que eu gosto… — ele murmurou, os olhos percorrendo meu corpo de cima a baixo. Eu me inclinei pra frente, apoiando as mãos no peito dele, e deslizei meu corpo contra o dele. A ponta do paü dele roçou na minha entrada, molhada, e eu arfei antes mesmo de encaixar direito. — Devagar — ele pediu, os dedos cravados na minha cintura. — Quero ver você sentando no meu paü. Mordi o lábio e me levantei um pouco, alinhando ele exatamente onde eu precisava. Quando desci de verdade, sentindo ele entrar centímetro por

