Mavie Na manhã seguinte, acordo com Raylan sentado na beira da cama, sem camisa e vestindo apenas uma calça de moletom, segurando uma grande caneca de café para mim. — Bom dia — ele murmura, a voz rouca de sono. Aceito a caneca e tomo um gole sonolenta antes de colocá-la na mesa de cabeceira. — Eu poderia me acostumar com isso. Café na cama. — Estou te mimando demais. Talvez devesse parar. — Por favor, não. — Bocejo e me espreguiço, gemendo como uma gata satisfeita. — Deus, essa cama é tão confortável. Eu nem sabia que existiam camas assim. — Só quando você gasta uma pequena fortuna. — Ele sorri de canto. — Mas vale cada centavo. — Concordo completamente. Raylan se levanta e caminha até a cômoda, onde passa os dedos distraidamente por alguns dos cristais que deixei ali, cutucand

