Raylan Stefania parece miserável. Não que eu possa culpá-la. Ninguém quer voltar para a casa que cresceu, especialmente sob circunstâncias como essas. — Eu ainda posso ir para as aulas, certo? — ela pergunta, recostando-se na cama. — Acho que vou me jogar do telhado se ficar realmente presa aqui. — Você ainda pode frequentar as aulas. Só vai ter pessoal de olho em você. Ela aponta um dedo para mim, com uma expressão desconfiada. — É melhor que isso não seja uma desculpa elaborada pra ficar me espionando na escola. Eu sorrio de leve. — Não, não é. Eu prometo. Não é uma dessas coisas italianas machistas e da velha guarda. — Bom — ela sorri de volta, com um suspiro. — Eu também não achei que fosse. Me aproximo e sento na beirada da cama dela. Stefania inclina a cabeça, me estudando p

