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1022 Words
Ponto de vista da (s/n) Jones Era tarde quando eu finalmente consegui colocar Tommy para dormir sem Laurel e fui pra sala me enrolando no cobertor mais próximo antes de ligar a televisão.Meia hora depois a advogada passou pela porta com cara de choro e me olhou sem graça: -Desculpe por atrasar...ele já está dormindo?? Assenti batendo no sofá enquanto ela retirava os saltos e o terno: -Faz uma meia hora que ele dormiu...você está bem?? Laurel negou e se sentou ao meu lado no sofá olhando pra cima antes de fechar os olhos.Suspirei baixo observando ela cuidadosamente: -Quer falar sobre isso?? -Ainda não...Felicity me fez falar sobre e isso me deixou nesse estado. -Tudo bem...quando estiver pronta...-Ela continuou olhando pro teto e eu vi uma lágrima escorrer por seus olhos.-Posso te abraçar?? Laurel abaixou a cabeça olhando pra mim surpresa e eu sorri sem graça: -Você costumava dizer que não importa o quanto seu dia tenha sido r**m um abraço de qualquer pessoa que te aceita como você é sempre seria uma forma de resetar o dia...posso?? Laurel se aproximou e se encaixou entre meus braços me fazendo sorrir. -Eu estava assistindo filme...quer escolher algum ou voltar esse do começo?? Laurel me olhou em choque e acabou rindo do meu susto com a expressão dela. -Você estava assistindo filme sem pipoca??Meu Deus... Ri baixo e mordi minha boca antes de soltar ela me levantando rapidamente: -Não importa de qual terra Laurel Lance é...ela sempre vai ficar chocada com filme sem pipoca... -Onde você vai??-Laurel me olhou confusa e eu sorri parando no meio do caminho para a cozinha : -Vou fazer pipoca...quer ir comigo ou ver qual filme vamos assistir?? Laurel me olhou e logo se levantou andando em direção a cozinha: -Vamos ver se você saber fazer pipoca... Encarei a advogada chocada e neguei mordendo o lábio antes de entrar na cozinha pegando um pacote de pipoca de micro-ondas. -Eu não vou usar uma panela...-Abri o micro-ondas colocando a pipoca lá e ajustando o tempo antes de fechar olhando a advogada.-Como foi seu dia?? Laurel suspirou enquanto se encostava na bancada da cozinha.Me encostei no armário ficando de frente pra ela. -Graças a você ser promotora tem sido mais fácil...mas meu passado ainda tem sido difícil de lidar. Entrelacei meus braços e cruzei meus tornozelos olhando pra ela: -Passado é algo que todos temos...só precisamos focar no presente...no que podemos fazer hoje...o que está te incomodando?? -Um cara que eu matei na minha terra...aparentemente ele não morreu e está nessa. Ela parecia realmente incomodada e eu resolvi não pressionar mais enquanto enchia um pote com pipoca. -Pode não ser o cara da sua terra...e eu tenho certeza de que Felicity vai te ajudar com isso...então...filme?? -Eu escolho...-Laurel sorriu pegando o pote da minha mão e voltando pra sala.Sorri seguindo ela e me jogando no sofá: -Não sendo com cachorrinhos...sou completamente a favor. Laurel me olhou chocada e eu ri puxando ela pra perto: -Sem o bom companheiro...não nessa terra. Laurel bateu em meu ombro e fez uma expressão chateada.Sorri levantando as mãos: -O que??Você precisa mudar seu repertório de filmes... -Okay...então me mostra o seu...-Laurel me entregou o controle e eu sorri sem graça pegando o controle e colocando na mesinha de centro antes de me aproximar. -Eu preciso fazer isso antes...-Encostei meus lábios nos dela segurando sua cintura e apertando o espaço assim que ela segurou minha nuca antes de encostar nossas línguas aproximando seu corpo do meu.Mordi o lábio inferior de Laurel puxando pra mim enquanto ela se encaixava entre minhas pernas se afastando assim que Tommy começou a chorar. -Eu vou...-Laurel disse antes de praticamente correr pro quarto de Tommy me deixando sozinha na sala. SEMANAS DEPOIS....EXPOSIÇÃO DA LAUREL LANCE -Felicity...você tem certeza de que não tem como falar com ela?? -Tenho...eu já liguei várias vezes...quem sabe ela não te atende. Respirei fundo andando pelo apartamento guardando os brinquedos de Tommy: -Você sabe que não...eu vou tentar algo...tente convencer Dinah...não quero que Tommy veja Laurel sendo presa ou morta. -Okay...eu vou tentar... Desliguei o telefone e sorri ao pegar a camiseta do pijama de Tommy dobrando cuidadosamente antes de olhar ele brincando no tapete do quarto : -Vamos ver se sua tia Sara pode nós ajudar com a sua mommy. Ponto de vista da Laurel Lance (Earth 2) Ignorei novamente a ligação de Felicity mas logo a cara da hacker loira apareceu na tela do computador que eu usava. -Não desligue.Falo isso literalmente,não conseguirá sair da minha janela. -Não entende uma indireta,não é? -Sei que a Emiko matou Gustavo Hernandez. -Parabéns,Detetive Felicity...-Ironizei a situação. -É questão de tempo até Oliver a deter...qualquer plano do m*l que tenha feito,não é tarde demais para não passar para o lado n***o. -A irmã do Oliver me fez um favor,porque eu estava farta de fingir ser quem não sou...Além disso,ninguém acreditava mesmo. -Eu acreditava...(s/n) e Tommy também....o que houve com você não foi justo...foi acusada de assassinato,perdeu o emprego,a Dinah não te apoiou,eu entendo...você recebeu muitas más notícias,mas não é a Sereia n***a,não mais. -Engraçado,eu acreditava nisso também. -Pense no bem que você fez,Laurel...pense em honrar Quentin. -Quentin está morto.Ninguém se importa com ele...ele só queria a filha de volta. -Não é verdade...fez muita coisa boa como promotora..sem falar que me ajudou quando eu precisei...e eu não estou disposta a jogar isso fora e esquecer... -Sinto muito se achou que tínhamos uma amizade real,mas era só fingimento...e não se atreva a tentar me impedir. Puxei o computador da tomada desligando na cara de Felicity sabendo o quanto minhas palavras poderiam ter machucado ela e esperando que isso fosse suficiente para manter ela longe.Eu estava prestes a sair com os diamantes quando Dinah Drake apareceu me deixando irritada. -Não faça isto,Laurel. -Achei que você ficaria feliz...você tinha razão sobre mim o tempo todo...é uma pena não ter mais o seu choro. Me preparei para atacar Dinah mas um som sônico alto me fez abaixar tapando os ouvidos enquanto os vidros estouravam. -Mas ainda tenho o meu. Sara era uma pedra no meu sapato e só haviam 4 motivos para ela aparecer agora.
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