“Entre Cedros e Estrelas”

326 Words
“Eles se perderam no tempo, mas se reencontraram no perdão e descobriram que o amor verdadeiro não precisa ser perfeito, só precisa ter coragem.” Eu, me chamo Mateus e não sei como começa uma história de verdade. Só sei que a história dos meus pais e seus amigos, ou melhor, a minha história começou com pão de queijo, uma galinha de óculos e a minha mãe tentando esconder que ainda amava o brigadeiro, apelido dado por ela de forma carinhosa ao meu pai. Cedro é assim: tudo parece calmo, mas de repente vira novela. E eu tô no meio disso tudo com gêmeos geniais filhos da minha dinda Iva, correndo por aí, um pai ator famoso de novelas que voltou, uma mãe que virou personagem, e eu… tentando entender o que é amar de verdade. Mas tem uma coisa que ninguém me ensinou: o perdão. Perdoar não é esquecer. É lembrar sem doer. É olhar para quem errou e enxergar quem tentou. Eu precisei perdoar meu pai, quando ele imaturo e deslumbrado com o mundo, foi embora antes mesmo de saber que eu existia. Precisei perdoar a minha mãe, que magoada com o meu pai, escondeu a minha existência dele. E, mais difícil ainda, precisei me perdoar por ter achado que não era suficiente. Essa história tem confusão, tem casamento, tem bebê que nasce com o dedo em riste. Tem amigos que brigam, se perdem, se amam e se protegem. Tem galinhas que processam e professores que desafinam, claro que as galinhas serão figurativas e pertencem a história do meu Padrinho Cássio. Mas acima de tudo, tem coração, e o meu vai sofrer, porém, os detalhes vocês vão saber quando eu contar a minha história. Se você tá aqui, é porque quer sentir. Então vem. Porque Entre Cedros e Estrelas é mais do que uma história. É um lugar para a gente ser quem é com afeto, com bagunça, com coragem… E com perdão.
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