Eu quase choro de alívio ao entrar pela porta dos fundos e não cruzar com ninguém enquanto corro até as escadas e subo para o meu quarto. Seria um pouco difícil de explicar o porquê de eu estar com as minhas roupas rasgadas e exalando o cheiro de um desconhecido. Os feromônios impregnados em mim são tão densos e fortes que é como se eu fosse um farol numa noite escura. E o pior que o cheiro é absurdamente bom. Tranco a porta do quarto atrás de mim e sento no chão, sem saber o que fazer. Consigo sentir na minha mente a presença do alfa, os seus sentimentos e até saber se ele está longe ou não daqui. É uma sensação um pouco estranha, mas não é incômoda. Na verdade é como se ela sempre estivesse aqui, e eu só precisasse me habituar a ela. Eu puxo a minha mochila para mim e abro um dos peq

