A porta m*l bateu atrás daquela marmita descartável e o rastro de perfume barato dela já me dava náusea, impregnando o ar com cheiro de desespero e fragrância de dez real. O André encostou no batente, a corrente da cintura estalando contra a calça tática, aquele riso de canto que ele guarda pra quando acha que tem i********e pra ser abusado comigo. — A p*****a da Raiane saiu cuspindo fogo, chefe… — ele solta a fumaça pro alto, saboreando a fofoca como se fosse um banquete de rei. — O que houve? Não deu o que ela queria, não? A mina saiu com o batom mais borrado que rastro de sangue em dia de invasão. Levanto os olhos devagar, sentindo o crânio latejar com a pressão da adrenalina. O pó branco na mesa brilha sob a luz amarela e doentia do bunker, um lembrete silencioso da minha lucidez art

