— Continua brincando com o perigo, Kyra... — rosnei, os dentes roçando na bochecha dela. — Uma hora eu perco a pouca paciência que me resta e te dobro do avesso, te quebro no meio só pra te provar que quem manda nessa p***a de guerra, na rua ou na cama, sou eu. Tu pode ser herdeira da máfia, mas aqui no meu asfalto, eu sou o caos que te engole. Ela sorriu torto, safada como ninguém, e empurrou a b***a com força contra o meu m****o, um golpe baixo que quase me fez perder os sentidos. — Quebra, então, Feroz. — sussurrou, desafiadora, o hálito de menta invadindo meus pulmões. — Vamos ver quem de nós dois sobra de pé quando a fumaça baixar e o sangue esfriar. Tu late muito, mas eu quero ver se aguenta o tranco de uma Volkov que não tem nada a perder. O sorriso dela era o convite pro desastr

