✍️ Narrado por Heitor "Feroz" O pano caiu em cima do meu peito, o barulho seco batendo junto com a ousadia dela, me despertando do transe pós-f**a que ainda me deixava com o corpo mole e a mente fritando em pura adrenalina. Abri os olhos devagar, a fumaça do cigarro ainda presa no canto da boca queimada, sentindo o suor esfriar na pele e o cheiro dela — aquele perfume francês caro de quem nunca pisou num barro, misturado com o cheiro acre do meu sexo e do suor da nossa guerra, impregnado em cada centímetro desse sofá de couro que agora parecia um altar de pecado. A russa desgraçada tava ali, de pé, exalando cheiro de banho tomado e um perigo iminente que fazia meu instinto de bicho gritar. Usava aquela minha camisa preta que m*l cobria o que interessava, as pontas do algodão grosso roçan

