Afundei ainda mais a boca nela, marcando o território como um animal. O corpo dela vibrava, a b****a dela me sugava a cada movimento, apertando o meu p*u como se quisesse arrancar a minha alma por ali. Mas a mafiosa não parou por aí. No auge da f**a, ela me empurrou com uma força que eu não esperava, uma explosão de energia russa. Me fez recuar, minhas costas batendo no armário de ferro da cozinha e eu caí sentado na cadeira de madeira. — Quem manda aqui não é só você, Heitor. — ela falou firme, o sotaque cortando o ar, ficando de pé na minha frente, nua, pingando o meu suor e o mel dela. — Eu não sou p**a de esquina que aceita ser socada e fica quieta. Eu sou uma Volkov. E eu vou te mostrar como é que se fode de verdade. Antes que eu pudesse retomar o fôlego ou o comando, ela se encaixo

