Eu tentava abrir meus olhos, era quase impossível. A dor em meu corpo era enorme, minha garganta ardia a pedido de água e eu estava extremamente cansada e com medo. Usei todas as minhas forças e fui conseguindo abrir os olhos devagar, quando a claridade invadiu meus olhos doeram mais ainda, fecho eles com força e tento novamente, já me adaptando com a luz consigo abrir lentamente, começo estudar o local e vejo que estou na enfermaria. Ia fazer esforço para levanta porém alguém vem correndo em minha direção -Não, não querida, você se esforçou demais. Fique deitada, não é recomendado levantar para não estourar os pontos- diz a voz que reconheço ser da madame Promfrey- como está? -Ag...água- digo com a voz arrastada e cansada a mesma entende o que quero dizer e logo retorna com um copinho

