Ele ficou em silêncio por um segundo, processando. — Qual o nome dela? — Bárbara. — Idade? Respondi. Ele foi anotando, sem tirar a atenção. — Última vez que você falou com ela? — Ontem a noite, antes disso tudo acontecer. Passei a mão pelo rosto, tentando organizar os pensamentos. — Eu preciso da ajuda de vocês. Ele fechou a caneta devagar. — A gente ajuda quando tem base pra agir. — Eu tô dando. — Ainda é pouco. Aquilo me irritou. — Pouco? — repeti, incrédulo. — Minha namorada grávida foi sequestrada por um bandido que você claramente conhece! Ele manteve a calma. — Justamente por eu conhecer, eu sei que não dá pra agir no impulso. Apertei os dentes. — Então o que você quer? Que eu espere? — Eu quero informação. Dei um passo mais perto da mesa. — Eu não tô aqui como q

