Assenti devagar. — A mãe dela sabe? Ele negou com a cabeça. — Não. Ele suspirou. — Eu também não contei pra ela. Franzi a testa. — Como o senhor descobriu? Ele deu um meio sorriso. — Eu não sou cego, e nem burro. Eu já tinha percebido o olhar entre vocês, e de repente o seu interesse em ficar mais dentro de casa. Depois completou: — Ninguém ninguém melhor do que eu observa as coisas ao nosso redor. Então resolve essa situação, e manda a Bárbara conversar com ela, mas nem toca no assunto que eu tô sabendo. Eu não falei nada. Ele deu de ombros. — Porque se a Jaqueline descobrir que eu sabia e não contei… Ela vai ficar boladona comigo. Soltei uma pequena risada. Isso era verdade. Passei a mão no rosto. — Eu vou conversar com a Bárbara. Ele me olhou. — Tem alguma coisa rola

