Soltei uma risada fraca. — Nem me fala. — E o Lobo? — Sumiu. Provavelmenre ele está na boca. Ela fez uma careta. — Ele deve estar m*l… — Eu sei. E era justamente isso que tava me consumindo. As horas foram passando, a lanchonete cheia, a gente trabalhando sem parar… mas, por dentro, eu só pensava nele. O relógio marcou dez da noite quando eu já não conseguia mais disfarçar a minha inquietação. Fui até a minha mãe. — Mãe… eu tô muito preocupada com ele. Ela me olhou com atenção. — Quer ir atrás? — Quero. — Então vai. — Você pode ligar pro Caveira e ver se ele tá em casa? Ela pegou o celular na hora e fez a ligação. Eu fiquei ali, parada, esperando. — Ele não tá — ela disse depois de desligar. — Disse que provavelmente ele tá na boca. Fechei os olhos por um segundo. — Eu

