Ágata cavalga sobre o marido, as paredes do quarto abafam seus gritos e gemidos de prazer, havia muito tempo que ambos não compartilhavam de tanta i********e e nem proporcionavam tanto prazer assim um ao outro, aquele momento de permissão e entrega, era quase que como estar com uma outra pessoa diferente…
Diogo troca de posição, Ágata fica de quatro para ele que fica maluco ao perceber que sua mulher, era uma mulher incrível, linda, sensual… Sim, aquela mulher que ele conheceu mais de duas décadas atrás...
— Talvez tudo não passe de coisas da minha cabeça, eu tenho uma mulher incrível ao meu lado, quantos homens não gosdtariam de estar no meu lugar agora… Pensa ele rapidamente.
Ágata perde o pudor e começa a mexer e rebolar deixando seu marido cada vez mais maluco, Diogo estava totalmente dominado e vencido pela esposa, vencido não… Convencido… Os dois chegam ao clímax do prazer....
Estavam ofegantes…
— Que vergonha… Me deixei levar pelo momento sabe, eu estava com tanta vontade de ficar assim com você...
— Ágata, eu sou seu marido, não precisa sentir vegonha de nada, se você soubesse como estou feliz que podemos nos reaproximar aqui dessa forma… Eu não quero que você se culpe, por que eu também, eu também tenho minha parcela de culpa…
— Não fala nada amor, não fala nada… Só me abraça… Pede ela.
Diogo a envolve nos braços, os dois estavam despidos, ágata respirava tranquila, aliviada… Diogo enfrentava suas culpas…
— Com uma mulher tão incrível, eu deveria ter sido mais presente, se eu pudesse voltava atrás e teria evitado todas as vezes que a traí… Admite Diogo apenas para si.
Enquanto isso, em casa, Mateus vivia a angustia de sair ou não sair de casa… Ele olha as chaves do carro de sua mãe, o cartão que ela deixou sobre sua cama e o impulsso de sair foi mais forte que ele.
— Um pulinho na boate, não me fará nenhum mau, eu não vou beber, vou só me divertir, volto na minha de fininho, o velho nem vai notar… Diz Diogo.
Ele pega as chaves do carro e o cartão e resolve dar uma volta para curtir um pouco a noite…
— É se meus pais podem sair e se divertir, por que eu também não posso? Só tenho que ficar longe de encrenca… Diz Mateus abrindo a porta do carro de sua mãe…
Ele no entanto para um pouco e reflete… Olha para o lado e vê a moto de seu pai…
— Sair no carro da mãe não vai pegar bem… O velho nunca usa a moto dele, que desperdício! Uma máquina dessas ficar assim jogada na garagem! Diz ele.
A moto de seu pai era uma Ducati Panigale V4 SP2, uma verdadeira máquina potente…
— Imagina! Se o velho sabe que eu peguei a maquina dele! Vai ficar uma fera… Diz Mateus.
Ele sorri e segundos depois o ronco do motor possante da motocicleta ecoa por toda a casa… Mateus sai da garagem da mansão e o porteiro abre o portão para ele que passa voando baixo…
— Uhu!!! Vou me divertir! Se amanhã eu vou ser obrigado a trabalhar, que esta noite seja uma boa despedida! Diz Mateus.
Ele ronda por toda a cidade em busca de um local para se divertir, até que resolve ir a uma boate muito famosa de Santos… Estaciona a moto… Entra e vai até o bar…
— O que vai ser? Pergunta a bartender, uma linda jovem de uns 25 anos, cabelos cacheados e olhos verdes, pele n***a… Dona de uma beleza que deixa Mateus confuso e atiça seu lado sedutor.
— Um s*x on the Beach por favor…
— Ok, um s*x on the Beach saindo… Diz ela.
Mateus não tirava seus olhos dela, estava completamente hipinotizado pela beleza daquela bartender…
— Aqui está! Prontinho o seu s*x on the Beach…
— Obrigado, É… Vanessa! Diz ele.
— Como sabe que meu nome é Vanessa? Diz ela.
— Se eu disser, você teria que aceitar meu convite para sair... Diz Mateus.
— Olha, é realmente incrível, mas vai ficar com seu segredo sem compartilhar comigo! Eu não saiu com clientes, estou aqui trabalhando e sou muito profissional.
— Muito prazer! Me chamo Mateus! Agora nos conhecemos! E me diz! Que horas você sai daqui?
— Mateus!... Olha só, você é muito bonito, tenho certeza que deve ganhar no papo várias mulheres e levar elas para cama com muita facilidade, mas eu não, eu sou imune a cantadas baratas… Se não precisar de algo mais… Bem, eu vou trabalhar…
— Eu não desisto fácil sabia? Diz ele.
— Parabéns! Diz ela virando as costas…
Mateus toma seu drink e não tira os olhos de Vanessa…
— Já teve outras que bancaram a difícil assim antes e todas terminaram sem roupa na minha cama, você vai ser mais uma… Diz Mateus apenas para si mesmo…
Por toda a noite, ele ficou ali, de olho em Vanessa, sem corresponder a nenhuma mulher que flertou com ele, só que ele não era o único de olho em Vanessa, outro cliente que ele julgava apenas estar sendo atendido por Vanessa também estava lhe assediando… E as horas passam, Mateus olha no relógio e era 3:00 da manhã…
— Caramba! Eu tenho que ir para casa! Mas tudo bem! Eu vou voltar aqui outras vezes… Isso não vai ficar assim! Diz ele.
Vanessa também cumpre seu expediente e os dois saem da boate, só que outro cleinte que assediava Vanessa, também resolve agir vendo que ela estava indo embora, Vanessa sai pela saída de funcionários e é abordada pelo homem…
— Ei gostosinha! Tem certeza que vai me deixar na mão? Eu te dou o que você quiser, quanto você quiser! Vem entra no meu carro! Vamos curtir! Diz ele.
— Seu porco! Nojento! Eu não sou nenhuma garota de programa! Me deixa em paz! Ou eu chamo os seguranças! Diz ela.
O homem abre a porta do carro e agarra Vanessa, no intuito de colocar ela dentro do carro a força… Ele tapa sua boca, ninguém passava nesta hora, Vanessa tenta reagir, mas ele era mais forte, quando o barulho de moto surge, alguém corre até eles…
— Filho da put@! Não é assim que se trata uma mulher! Diz Mateus puxando Vanessa e emendando um soco na cara do sujeito o derrubando na hora...