Verena O vapor ainda pairava no ar quando saí do chuveiro. Gotas de água escorriam pela minha pele enquanto eu me enrolava numa toalha. Fiquei em frente ao espelho, estudando o meu reflexo atentamente. Meus olhos, sempre expressivos, brilhavam com um lampejo de satisfação que eu não sentia há muito tempo. “Satisfação.” Uma palavra simples que m*l descrevia o que eu sentia ao relembrar a cena de ontem. Verônica. O seu nome, na minha mente, evocava uma mistura de desprezo e divertimento. Eu a vi entrar na mansão como se fosse dela, com aquela roupa apertada demais e as joias que Magnus certamente comprara. A amante oficial, desfilando na casa que era legalmente minha. O meu sorriso alargou-se ao me lembrar de como a sua expressão mudou quando Titã e Zeus apareceram ao meu lado. Duas som

