Capítulo 6

375 Words
Pelo Caldeirão, como minha cabeça doía. Acordei no sofá da casa da cidade, Cassian e Mor na mesma situação que eu.  Recusei todas as sugestões de Nuala e Cerridwen para melhorar minha dor de cabeça. Não avisei a ninguém que estava saindo. Apenas atravessei, com certa dificuldade, mas fui.  ‍♀️ Observei o chalé por fora e mudei de forma. Senti o vento gelado contra meus pelos, e rugi, alto o bastante para qualquer um em Prythian ouvir.  Rolei na neve como um cão. Corri e corri e corri, sentindo cada um de meus músculos se movendo com graça, beleza e velocidade. Silenciosa como uma felina.  Ao por do sol, meus músculos gritavam, queimavam e chiavam. Minha boca estava seca. Voltei para a forma humana, quase congelando e corri pro chalé.  Tomei um banho escaldante, me vesti com uma legging, dois moletons de lã e botas. Feyre estaria orgulhosa por isso.  Me aconcheguei no sofá, m*l comecei a ler um livro e cai no sono. Sonhei com o vento batendo contra meu rosto, meus amigos voando, seus rostos iluminados contra a luz do sol.  - Está ferida? - acordei com duas mãos me sacudindo.  - Está me acordando pra isso? - alguém bufou. Abri os olhos e me sentei.  - Não devia sumir assim. - Rhysand limpava as unhas.  - Então mandaram os bebês illyrianos para me procurar? - provoquei.  Os três me encararam. Se não conhecesse eles tão bem, teria saído correndo. Me olharam como o Grão Senhor, o general e o encantador de sombras. Os guerreiros.  - Não, não estou ferida. - a tensão nos ombros deles diminuiu. - Vim correr, apenas.  - Correr? - Cassian deu um sorrisinho malicioso.  Minha b***a ronronou para eles ouvirem, os três deram sorrisinhos. Me levantei, já indo para perto, sabendo que íamos atravessar para Velaris.  ‍♀️ Não importava o horário, Azriel disse, íamos treinar, minhas pernas doloridas não eram desculpa.  - Se continuar com as reclamações. - olhei de cara f**a pra ele. - Vai subir as escadas pra vir pra Casa do Vento amanhã.  - b****a. - disparei. - Mimada. - envolvi os pés dele com gelo e me sentei.  - Pelo menos meus pés estão livres. - dei um sorriso preguiçoso pra ele.
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