Capítulo 7

1067 Words
Thomas Fala minha princesa, deixa eu me apresentar sou o Thomas De Lucca, más todos me conhece pelo meu vulgo Th, tenho 25 anos sou de pele branca cabelos negros, olhos escuros. Sou o Sub do Barão, comandamos a maré com punhos de ferro, Barão assumiu o morro com seus 20 anos, depois que concluiu os estudos, eu demorei um pouco, tive que terminar os estudos primeiro, é isto aí sou bandido mais sou estudado e formado em administração, se um dia eu sair desta vida pelo menos tenho uma profissão. Nossa mãe sempre, deixou isso bem claro pra nós, quer ser bandido, que seja, mas vão ser bandido estudado e não bandido burro. Quando ela morreu meu, mundo foi junto, eu só era um menino, estava na escola quando tudo aconteceu, os tiros não paravam até que meu pai foi me buscar e contou, que a mamãe tinha morrido eu saí correndo gritando, por ela cheguei em casa e ela não estava, eu quebrei meu quarto inteiro. O Barão teve um ataque de fúria que foi preciso dar remédio pra ele. Já a Annabeth ela era muito pequena, não se lembra muito dela. Depois do seu sepultamento, foi só ladeira abaixo meu pai se fechou pro mundo, era de casa pra boca, e da boca pra casa o meu velho se acabou, nem pra academia não ia mais. Eu acabei desistindo, da escola não queria mais saber, mais depois de muita conversa com meu pai eu continue, e me formei como minha mãe queria, levei o meu diploma, até seu túmulo pra ela ver que seu filho assim como o Barão tinha se formado, a Beth ainda não fez faculdade mas terminou os estudos. Annabeth, ela é muito linda e deixa nos três com dor de cabeça, temos o maior ciúmes dela, já que ela é a nossa princesa, a pretinha é linda por demais, Beth tem todos os traços da nossa mãe, o olhar, a tonalidade de pele, o cabelo, tudo nela é da mamãe. Hoje tem baile e eu sei que ela vai, mas este nem é o problema, nosso problema maior é o Oliver Oliveira, o desgraçado que anos atrás matou a minha mãe, quer invadir hoje, com o morro lotado de pessoas, vem gente de todo lado quando é baile assim. Assim que o Barão chegou aqui na boca, eu já passei a fita para ele, ele ficou possesso de ódio do Oliveira, ele rapidamente ligou para o nosso aliado da Penha, que vai dar uma força na segurança do baile, ficamos aqui fazendo nosso trampo na boca, separando todo tipo de droga da maconha ao lança. Fazendo nota de tudo que ia ser vendido a noite, quando o rádio do Barão, toca um dos moleque que fica na barricada fala que a Anna caiu com a 09 dele e atropelou uma irmã do MC ele saiu, a milhão quando eu falo que, ela deixa qualquer um maluco olha aí. — Aí, não sabia que o MC tinha irmão? Que fita é esta que não sabia. — Mano a Beth, e maluca cara, falamos tanto pra ela, deixar aquela moto que qualquer hora iria dá merda. E respondendo sua pergunta, o MC não tem irmã, lembra que ele não tinha família e a tia da rua 2 ficou com ele não, e ela já tinha uma filha já grande. — Tutu a Beth é nossa dor de cabeça constante, coitado do cara que vai casar com ela, vai ter que dançar conforme a música que ela tocar. Agora estou me lembrando, cara da magrela, do cabelo de fogo lembra que a gente ficava chamando, ela assim de cabeça de fogo. - Caímos na risada, terminamos de separar todas as drogas Tutu saiu daqui com três bolsas, lotadas pra abastecer todas as bocas inclusive a boca, principal que é a que dá mais rendimento, tem todas as drogas lá. Continue organizando, as planilhas do mês, e já fazendo a do mês seguinte, quando batem na porta. - Entra! Quando eu olho era a Manu a mina que ficou fixo com ela. — Oi gatinho, posso entrar? — Eu aceno com a, cabeça para que ela entre. — Eu vim te ver, tô vindo lá no asfalto, fui tirar o benefício da minha mãe pagar algumas contas, aí passei aqui. — Manuela é toda madura de b***a a peito tudo, durinho eu curto pra c*****o, ficar com ela mais não assumir como minha fiel. — Um veio me ver, é sua safada, então vem aqui fazer o que você, sabe fazer de melhor, eu vou até o sofá que tinha na minha sala e sento coloco o meu p*u, para fora e ela vem bem safada. — Chupa meu p*u vai sua v***a que depois, vou f***r essa sua b****a. — Ela se aproxima na minha frente e eu segurou o meu p*u e começo a punhetar, eu falo pra ela, passa a língua na cabecinha vai, colocando todo meu p*u na boca e vai chupando gostoso. — Ôôôôô v***a, isso vai, chupa meu p*u, isso assim, vai vagabunda, safada, engole tudo vai safada, isso. — Agora vem aqui, não vou gozar na sua boca e sim nessa sua b****a. — Vai Th me fode, vai eu tô loca pra que você me fode, quero sentir seu p*u na minha b****a. — Vou até a mesa e pego uma camisinha e coloco em meu p*u, e ela já está toda aberta no sofá, vou em sua direção e entro no meio das sua perna e vou enfiando nela, vou metendo fundo e rápido ela começa gemer não tão alto mas tava gostoso de ouvir, eu já vou sentindo que vou gozar. — Eu vou gozar ho ho ho v***a. — Goza meu gostoso que eu também vou gozar, isso assim vai mete gostoso vai, que eu vou gozar também â â â â delícia. — Dou um tapa em sua b***a, e g**o sai de dentro dela e vou até o banheiro e ela está se ajeitando. — Vai no baile hoje . — Não sei, minha mãe não amanheceu muito, bem hoje então não sei se irei, posso ser qualquer coisa mas sair e curtir e deixar a minha mãe, sozinha não tem bala, que faça isso, eu só tenho ela por mim mesmo eu sendo toda errada, então não posso fazer isso.
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