Luana
Meu Deus, que loucura foi está nunca me passou pela cabeça que, ria ser atropelada na vida, até aí tudo bem mas quando eu escutei, aquela voz rouca que parecia mais um trovão forte eu fiquei toda arrepiada simplesmente, fiquei paralisada. Voltei a tomar quando a Annabeth mandou aí ir que ela iria resolver, eu sair bem rápido mais dava pra ouvir os gritos dele com ela, como que uma pessoa se preocupa mais com uma moto do que com sua própria irmã. Vou descendo,o mais rápido que eu posso. Cheguei no ponto e tinha um moto Uber, pra minha sorte era o Jhonny o primo das gêmeas ele tava acabando de chegar.
- Oi Jhon, você pode me levar até meu patrão, eu já estou muito atrasada se for pegar o ônibus p**a merda não é hoje chego lá.
- Oi ruiva, te levo sim, pô sobe aí o que aconteceu com teu braço caiu foi, pega aí o capacete.
- Fui atropelada pela irmã do Barão.
- Não foi tu cara agente ficou sabendo só que não sabia quem era. Aí ruiva agente vai sair do morro já em. - Quando ele falou que já está saindo do morro eu segurei a sua cintura. Fui sentindo o vento no meu rosto, o caminho até o Leblon foi tranquilo depois de algumas horas agente chegou, desci da moto, peguei o dinheiro e paguei a ele, seu Antônio abriu o portão e eu entrei.
- Bom dia, seu Antônio dona Lidiane já chegou, do yoga.
- Bom dia, minha filha dona Lidiane não foi pro, yôga hoje seu Oliveira está aí chegou ontem a noite, minha filha o que ouve com seu braço menina.
- Eu acabei sendo atropelada, quando estava saindo e acabei ficando toda ralada. Mas não foi nada grave, só estes arranhões que logo vão cicatrizar deixa eu subir já que dona Lidiane não foi para o yoga hoje, eu já estou atrasado seu Antônio me deu a chave reserva. Vou até o elevador de serviço, entro e aperto no vigésimo primeiro andar que a cobertura, quando as portas se abrem, eu saí pego as chaves e abro a porta de serviço que dá na cozinha, entre e fecha a porta quando eu viro dou de cara com o seu, Oliver só de cueca na cozinha fazendo café.
- Aí meu Deus me desculpe, achei que não tinha ninguém aqui na cozinha.- Falo virando as costas e ficando de frente pra porta novamente.
- Se você tivesse chegado,mais cedo eu não estaria aqui fazendo café. Já que você é paga pra isto pra está no horário, Lidiane da muita moleza viu, já que você chegou terminar de fazer já é o seu trabalho. - Fala saindo da cozinha. Fui até colocar minhas coisas no quarto de serviço e volto para terminar o café, faço tudo que este homem insuportável gosta, tava terminando de fazer as tapiocas que dona Lidiane ama, ela é nordestina eu me divirto com ela, não leva desaforo pra casa não, teve uma vez que agente tava no,mercado na fila do caixa e uma mulher soltou o cabelo dela, ela virou um bicho eu achei que sairá presa do mercado.
- Bom dia, minha querida nossa que cheiro bom é este uhuuuuuu minhas tapiocas.- Fala pegando um pedaço da tapioca de coco.- Bom dia, Dona Lidi me desculpa pelo atraso hoje é que eu acabei tendo um pequeno acidente.-Ela olha pra mim. - O que foi isso menina olha seu braço me conta isto aí Deus.
- Que alvoroço é este Lidiane? —Seu Oliver fala entrando na cozinha olhando, para gente com celular na mão e indo pegar uma xícara de café, o que foi isto no seu braço foi atropelada foi.
- Sim, fui atropelada quando estava, saindo do morro por uma moto, aí acabei me atrasando e não deu pra volta em casa pra cuidar dos arranhões.
- Meu Deus filha vai lá cuidar deste ferimento que eu termino de colocar a mesa, a não precisa arrumar, meu quarto não pode deixa que eu arrumo depois. Hoje você tem sua prova.
- Sim, tenho estou um pouco nervosa já que está prova é minha decisão pra fazer o estágio e logo vou pra residência.
- Vai dar tudo certo minha querida tem fé Santa Rita vai te ajudar.
- Amém dona Lidi eu tenho fé.- fui até onde fica a caixa, de primeiros socorros e fui limpar não os meus ferimentos,com cuidado primeiro eu lavei, com água e sabão, já não ardeu tão sequei bem direitinho, e passei uma pomada cicatrizante, que tinha coloquei gases enrolei uma, atadura quando estava terminando eu só escuto aquela voz.
- Qual morro você mora é Luana, né seu nome? - Este homem tem um olho estranho que me dá medo e arrepios, Deus me livre.
- Sim, é Luana meu nome, e eu morro no complexo da Maré, desde que me entendo por gente. Mas porquê a pergunta?
- Você conhece todo mundo lá, você conhece o dono de lá . - Ele fala se sentando na cadeira e colocando o celular em cima da mesa. - Ele acha que sou alguma b***a, sei que ele tá gravando.
- Não, eu nem sei quem é não me envolvo com as pessoas dela, mas porquê a pergunta? Não entendi o seu interesse pelo morro, e o interesse se eu conheço o dono.
- Não é nada só curiosidade mesmo.