Um Mês Depois: Um mês havia se passado desde a partida das mulheres e crianças para o refúgio no interior. Para os que ficaram na Maré, cada dia era uma batalha de nervos. A ausência dos entes queridos era um vazio doloroso, e a pressão da Polícia Federal se intensificava, confirmando os medos que levaram à dolorosa decisão da partida. A Maré: No Olho do Furacão Para Thomas e Bruno, a Maré era um navio em meio a uma tempestade. A Polícia Federal, com sua paciência e recursos, apertava o cerco de forma metódica. As interceptações de carregamentos, antes esporádicas, tornaram-se mais frequentes e bem-sucedidas. Não apenas armas ou drogas, mas também dinheiro e suprimentos essenciais para a facção eram alvo das operações. Isso forçava o comando a usar rotas ainda mais complexas e arriscad

