Assim como os outros dias, este passou depressa. Mas confesso que, diferente dos outros, este foi o que mais me deixou aérea. O vislumbre que eu havia visto mais cedo, da Srta. Kim, que na verdade se chamava Martha King, ocupou noventa e nove porcento da minha mente durante todo o dia. O tempo todo eu tentava me convencer de que ela estava presa e que apodreceria na prisão. Mas uma sensação que percorria pelo meu corpo, o medo, questionava-me se eu estava certa. Será que ela realmente passaria o resto da sua vida na prisão e jamais voltaria a me atormentar? O trauma que me foi deixado, ainda existia, só de lembrar tudo o que ela havia me obrigado fazer, acendia a ansiedade que há muito tempo eu tentava controlar. Fundido à m*rte de meus pais, cujo ela deveria pagar com a própria vida.
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