Mais uma vez, o sol se infiltrava no quarto, derramando sua luz sobre os copos entrelaçados na cama, revelando a i********e da noite anterior. Maya, como sempre, era a primeira a despertar. As lágrimas de raiva brilhavam em seus olhos enquanto as imagens da noite passada invadiam sua mente, como fantasmas indesejados. Os gêmeos, percebendo a agonia dela através do vínculo de companheiros, decidiram permitir que ela se levantasse, fingindo ainda estar mergulhados em um sono sereno. Maya, com uma expressão pesarosa, levantou-se da cama, deixando para trás o calor compartilhado da noite anterior. Ao entrar no banho, as lágrimas novamente se misturaram com a água que limpava seu corpo, como se o choro fosse uma forma de purificação. Cada gota levava consigo parte da dor e da confusão que a a

