Sophia. Esse era um argumento difícil de vender, mas eu não deixaria Andrew falar por mim nisso. Eu precisava fazer isso. — Preciso ir — eu disse. — Não estou te pedindo autorização. — Droga — Gio murmurou sob a respiração. — Bem, estou lhe dizendo que você não pode ir. — Andrew me encarou. — Não somos bem-vindos lá e vamos respeitar os desejos da família. Já causamos sofrimento suficiente a eles. — Você não é bem-vinda lá. — Eu não queria dizer isso, mas precisava ir ao funeral da Stella. Certamente, a família não me culpava pelo que aconteceu. — Eles não querem ninguém desta família lá — gritou ele. — Dá para culpá-los? — Andrew, por favor. — Meus olhos se encheram de lágrimas, mas eu tentei contê-las. — Não consigo viver o resto da minha vida sem esse desfecho. Devo isso à Stella

