Andrew. — Uau. — Olhei para ela, admirando sua b***a na saia preta justa que usava. — Acho que vou ter que ir aí e te f***r. Seus lábios carnudos se curvaram num sorriso delicioso. — Fazemos isso depois. O cabelo estava liso e sedoso, e a maquiagem um pouco mais pesada do que quando ela andava em casa. Ela combinou a saia preta com uma camisa social cinza brilhante, abotoada, e sapatos de salto agulha pretos. — Você está me dizendo não? — Estou te dizendo que podemos fazer o que você quiser mais tarde. — Isso parece promissor. Sequei o cabelo com a toalha antes de entrar no guarda-roupa. — Para onde você vai? — perguntei. — Para a cidade. — A cidade? — Vou para a empresa. — Por quê? — encostei-me no batente do armário, não gostando nem um pouco dos planos dela. — O que você te

