Sophia. — Agora você é minha prisioneira, minha pequena borboleta. As palavras de Andrew ecoavam na minha mente como um pesadelo do qual eu não conseguia acordar. Foram as últimas coisas que ouvi antes de cair em um sono agitado, e o primeiro pensamento que me assombrou ao amanhecer. Um lembrete constante de que não havia como escapar dele. Não havia como fugir dessa vida. Eu não o via há dois dias. Não desde a noite em que ele me confrontou e disse que sabia que eu era uma traidora. Ele saiu de casa e não voltou. E eu não me atrevi a tentar sair. Havia guardas demais cercando a propriedade. Mesmo que eu conseguisse escapar… para onde iria? Se eu voltasse para minha família, teria que admitir que falhei na missão e que Andrew sabia o que eu estava tramando. E, se eu fizesse isso, meu

