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Cris — Fica mesmo e fala pelos cotovelos, e chora e rir ao mesmo tempo. Eu quase fico maluco com você — confesso, mas com diversão. Ela me abre um sorriso tímido. — Então... é só esquecer — pede tímida. — Não, não é. Vem comigo, Jennifer — peço e lhe estendo a minha mão. — Por que está me chamando assim? — questiona, fazendo uma coisinha com o nariz que eu amei ver. Ela é toda assim, engraçada, divertida, linda e sexy. Como pode se botar para baixo dessa maneira? — Esse é o seu nome, não é? — indago divertido e seu sorriso aumenta mais um pouquinho. — É, mas o senhor sempre me chama... — Não estamos no trabalho agora, Jennifer e eu já fiz algumas confidências para você que nunca fiz para ninguém. E ontem conheci um outro lado seu que você faz questão de esconder de todo mundo. En

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