Capítulo 57 BRÁULIO NARRANDO 🍆 Assim que ela abriu a maçaneta pra sair do carro eu engoli saliva sabendo que ia ter que deixar ela ir, não posso alimentar uma coisa na cabeça que não existe. Não sou um moleque novo mais pra ficar todo emocionado, querendo fazer e acontecer loucuras pra ter ela pra mim, não desse jeito, toda deliciada como uma boneca é mais fácil eu assustar ela e fazer ela nunca mais querer olhar na minha cara. Ela acena da entrada do prédio pra mim e eu piso no acelerador metendo o pé assim que minha doce frutinha passa pela portaria do prédio, acho que esse apelido define muito ela, doce igual uma fruta, e gostosa tão quando. Acelero pelas ruas do sul pensando no que fazer agora, sabe aquele sentimento de, é agora? E assim que eu tava me sentindo sem ela, já tinha

