- E então, o que você achou da empresa? Ele fecha a porta, e caminha em minha direção. Estou de pé, observando a vista para a cidade. Ainda me sinto intimidada por ele, é uma sensação que não consigo explicar, apenas não gosto de sentir isso. - Achei incrível, pra ser sincera é um sonho. Ele esboça um sorriso. - Sempre foi o do meu pai, não o meu, mas amo o que faço. Tive sorte. - Por que? - Talvez algum outro dia falamos sobre isso - e então, ele se achega ainda mais, quebrando a pequena distância que restou. Seus olhos fitam os meus, e eu só consigo pensar em sua boca na minha. Eu sei, não era pra ser tão fácil assim, mas não consigo, é inevitável resistir a esse homem. Sinto minhas pernas fraquejarem ao sentir seus lábios descerem a altura dos s***s, o que ele está prestes a

