O barulho do motor do carro ficava mais alto conforme Caleb pisava com força no acelerador. Eu olhava angustiada para trás percebendo que não importava o quanto corrêssemos, o carro que nos nos perseguia estava cada vez mais perto. Caleb virou o volante todo para a direita e , por inércia, meu corpo tombou na direção contrária. Precisei me segurar no banco. Com a curva brusca, os pneus do carro derraparam no asfalto fazendo um barulho de borracha quase derretendo pela pista. Não foi o suficiente para sumir da mira daqueles estranhos perseguidores. Pelo retrovisor lá estavam eles velozmente atrás de nós novamente. Olhei para Caleb e ele estava muito concentrado , ora olhando a pista a sua frente ora observando os retrovisores. Eu suava frio, já Caleb parecia brincar de Kart. Aos poucos

