Capítulo 140
Pedro narrando
Eu entro na boca e encontro Pesadelo com um quadro gigante ligando várias pessoas.
— Aqua man da shopeee – eu falo – o que é isso? Resolveu ser CSI investigação.
— Estou tentando ligar essa história toda desde o passado.
— É muita gente em – eu falo – dar quase para popular um morro todo.
— A metade está morta e a outra um dia vai morrer – ele fala bem sério.
— Até eu estou ai, minha mãe , você – eu falo
— Todos – ele fala – todos que um dia tiveram envolvimento com William.
— Minha mãe teve? – eu pergunto para ele lembrando da imagem que eu tinha de ver William pequeno.
— É forma de dizer – ele fala – que conviveu com ele
— Sabe , eu tenho lembrança do William quando pequeno – Pesadelo me encara – paarece que eu já o conhecia.
— Ele era sorveteiro do morro, vivia para cima e para baixo, vendendo sorvete, picolé e drogas – ele fala – deve ser daí que você tem a lembrança sobre ele.
— ´Pode ser – eu falo e Pesadelo me encara
— Caralho tu é desconfiado em – ele fala
— Até da minha sombra – eu falo – não sei não, mas isso não cola.
— E Isa? – ele pergunta
— Está m*l – eu falo para ele e ele me encara – não quer comer nada, só toma banho, deita e dorme.
— Porra – ele fala
— Era nítido que ela ficaria assim, Isa é uma garota sensível – eu falo – carente, foi criada numa bolha e essa bolha foi estourada de uma vez só.
— Ela nunca vai me perdoar.
— Ela não ver a hora de ir embora do morro – eu falo e ele me encara – quando isso acontecer, eu vou com ela.
Ele paralisa e me encara.
— O que você disse? – Pesadelo pergunta
— Eu vou com ela – eu falo – eu vou sair do morro e viver com a Isa fora daqui.
— Se apaixonou mesmo – ele fala
— Se aqui não é lugar para ela, não é para mim – eu falo para ele e ele me encara – eu gosto da Isa, não quero ficar longe dela.
— Se tem uma coisa que eu fiz certo – ele fala me encarando – foi a sua criação ao lado da sua mãe.. Essa não me arrependo.
Ele se vira e continua a ligar as coisas dela, eu olho fixo para aquele quadro, vendo a foto da minha mãe. Tento puxar na mente mais coisas que eu consiga lembrar de William, mas não conseguia.
Eu saio da boca e vou em direção a boca geral para falar com JK, talvez ele pudesse me dizer algo, no meio do beco encontro Sara e ela me para.
— Pedro – ela fala
— O que foi? – eu pergunto para ela
— Queria falar com você.
— Seria sobre o que? – eu pergunto
— Queria falar – ela se aproxima – para você tentar me aproximar da Isa.
— Olha – eu falo para ela – Isa não está passando por um momento legal.
— Vocês estão juntos não? – ela pergunta
— Estamos – eu falo para ela.
— Então conversa com ela – ela me encara – por favor – ela coloca as mãos sobre o meu ombro.
Eu pego as suas mãos e tiro do meu ombro e seguro seu braço.
— Não encosta em mim – eu falo para ela.
— Porque? – ela pergunta e a mesma vem e tenta me beijar, mas acaba encostando a sua boca na minha e eu a empurro.
— Porque você não vai conseguir o que quer e vou te dar um aviso – eu pego a arma e aponto para ela – a próxima, te meto um tiro no meio da testa.
Eu saio e ela fica ali jogada no chão.
Capítulo 141
Isabela narrando
Eu acordo com Pedro beijando meu pescoço.
— Ei – ele fala – já é de manhã cedo.
— Oi – eu falo acordando meio zonza e abro os meus olhos e ele estava sorrindo.
— Vai escovar os dentes, lavar esse rosto. Eu trouxe café da manhã. – ele fala.
Eu olho para comida mas sinto meu estomago embrulhar de vez, mas me levanto e vou até o banheiro, tomo bnaho, escovo os dentes e saio enrolada na toalha.
— Nada de vestir pijama – ele fala – hoje vai reagir.
— Não quero sair daqui.
— Você vai sair e se você vir Pesadelo vai o ignorar – ele fala – mas não quero você mais trancada nesse quarto.
— Ok, eu vou ajudar Mari no salão – eu falo
— Olha só que ideia maravilhosa – ele fala sorrindo – mas antes quem sabe – ele começa a beijar meu ombro e passar a mão pela minah toalha.
Eu abro um sorriso para ele, ele começa a me beijar e eu retribuo os seus beijos, ele passa a mão pelo meu corpo, desenrolando totalmente a minha toalha e ela cai no chão, me deixando nua na sua frente, um sorriso nasce em nossos rostos e eu tiro a sua camiseta, ele passa a mão por todo meu corpo, eu abro o zíper do seu calção, e o calção dele cai no chão, ele me deita na cama e tira a sua cueca e vem por cima de mim, me penetrando lentamente enquanto a gente se beijava, cada dia mais eu sentia mais desejo por ele e prazer com ele.
(...)
Eu tinha me despedido de Pedro e fui até o salão, Mari sorri quando me ver.
— Vim te ajudar – falo para ela.
— Obrigada meu amor – ela fala sorrindo.
Começamos a fazer e atender as clientes, logo depois de finalizar as clientes marcadas,Mari foi para casa.
Sara entra no salão e eu a encaro.
— Isa – ela fala sorrindo – que bom te encontrar aqui.
— Sara, tem hora marcada?
— Mari sempre me atende sem horário.
— ]Ela não está.
— O que você sabe fazer?
— Cabelo – eu falo
— Então é isso que eu quero fazer – ela fala – dar uma hidratação nele e reparar as pontas.
— Ok – eu falo para ela.
Ela vai no lavatório e eu lavo os seus cabelos, depois começo a arrumar para começar a cortar.
—
Você e Pedro estão felizes né? – ela pergunta
— Sim – eu respondo
— Nunca achei que Pedro se interessaria por uma garota que nem você.
— Que nem a mim?
— É – ela fala – assim sabe, mais inocente, na sua , ele sempre gostou das mais despojadas do morro, mais se sabe.
— Vagabundas? – eu pergunto
— Na cama, sim – ela fala sorrindo – todo mundo comenta, como Pedro está aguentando estar com voc~e.
— Onde você quer chegar com isso?
— Que você é corna – ela fala me olhando através do espelho.
— O que você disse?
— Você realmente achou que Pedro ficaria com você, apenas com você? Você é filha do dono do morro – ela me encara – ele tem é medo que você tome o lugar dele, casando com você, ele vira o Herdeiro logo logo.
— Você não sabe o que está falando.
— Olha – ela fala me mostrando uma foto dos dois – ele estava com essa roupa ontem, não? – ela pergunta e vejo a foto dos dois se beijando – e tinha saído da sua casa não faiza muito tempo.
Eu olho para a foto vendo que realmente era a roupa que ele estava ontem, eu estava com a tesoura ana mão, eu sitno uma raiva tão grande, que eu agarro o cabelo dela todo na minha mão e passo a tesoura de uma vez só.
— O que você está fazendo? – ela vcomeça a gritar – me solta – ela se debatia e eu picoteava o cabelo dela.
Eu bato o rosto dela contra o espelho e a bancada e ela começa a sangrar.
Ela começa a gritar, e ela se levanta e tenta vir para cima de mim.
—
Eu te furo sua v*******a – eu falo para ela e logo JK entra no salão.
— Que gritaria é essa? – ele pergunta e Mari chega logo atrás.
— O que está acontecendo aqui?
— Cadê Pedro? – eu pergunto para eles
— Ele está na boca – Jk fala.
— Eu preciso falar com ele – eu falo saindo com a tesoura na mão.