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1459 Words
Capítulo 140 Pedro narrando Eu entro na boca e encontro Pesadelo com um quadro gigante ligando várias pessoas. — Aqua man da shopeee – eu falo – o que é isso? Resolveu ser CSI investigação. — Estou tentando ligar essa história toda desde o passado. — É muita gente em – eu falo – dar quase para popular um morro todo. — A metade está morta e a outra um dia vai morrer – ele fala bem sério. — Até eu estou ai, minha mãe , você – eu falo — Todos – ele fala – todos que um dia tiveram envolvimento com William. — Minha mãe teve? – eu pergunto para ele lembrando da imagem que eu tinha de ver William pequeno. — É forma de dizer – ele fala – que conviveu com ele — Sabe , eu tenho lembrança do William quando pequeno – Pesadelo me encara – paarece que eu já o conhecia. — Ele era sorveteiro do morro, vivia para cima e para baixo, vendendo sorvete, picolé e drogas – ele fala – deve ser daí que você tem a lembrança sobre ele. — ´Pode ser – eu falo e Pesadelo me encara — Caralho tu é desconfiado em – ele fala — Até da minha sombra – eu falo – não sei não, mas isso não cola. — E Isa? – ele pergunta — Está m*l – eu falo para ele e ele me encara – não quer comer nada, só toma banho, deita e dorme. — Porra – ele fala — Era nítido que ela ficaria assim, Isa é uma garota sensível – eu falo – carente, foi criada numa bolha e essa bolha foi estourada de uma vez só. — Ela nunca vai me perdoar. — Ela não ver a hora de ir embora do morro – eu falo e ele me encara – quando isso acontecer, eu vou com ela. Ele paralisa e me encara. — O que você disse? – Pesadelo pergunta — Eu vou com ela – eu falo – eu vou sair do morro e viver com a Isa fora daqui. — Se apaixonou mesmo – ele fala — Se aqui não é lugar para ela, não é para mim – eu falo para ele e ele me encara – eu gosto da Isa, não quero ficar longe dela. — Se tem uma coisa que eu fiz certo – ele fala me encarando – foi a sua criação ao lado da sua mãe.. Essa não me arrependo. Ele se vira e continua a ligar as coisas dela, eu olho fixo para aquele quadro, vendo a foto da minha mãe. Tento puxar na mente mais coisas que eu consiga lembrar de William, mas não conseguia. Eu saio da boca e vou em direção a boca geral para falar com JK, talvez ele pudesse me dizer algo, no meio do beco encontro Sara e ela me para. — Pedro – ela fala — O que foi? – eu pergunto para ela — Queria falar com você. — Seria sobre o que? – eu pergunto — Queria falar – ela se aproxima – para você tentar me aproximar da Isa. — Olha – eu falo para ela – Isa não está passando por um momento legal. — Vocês estão juntos não? – ela pergunta — Estamos – eu falo para ela. — Então conversa com ela – ela me encara – por favor – ela coloca as mãos sobre o meu ombro. Eu pego as suas mãos e tiro do meu ombro e seguro seu braço. — Não encosta em mim – eu falo para ela. — Porque? – ela pergunta e a mesma vem e tenta me beijar, mas acaba encostando a sua boca na minha e eu a empurro. — Porque você não vai conseguir o que quer e vou te dar um aviso – eu pego a arma e aponto para ela – a próxima, te meto um tiro no meio da testa. Eu saio e ela fica ali jogada no chão. Capítulo 141 Isabela narrando Eu acordo com Pedro beijando meu pescoço. — Ei – ele fala – já é de manhã cedo. — Oi – eu falo acordando meio zonza e abro os meus olhos e ele estava sorrindo. — Vai escovar os dentes, lavar esse rosto. Eu trouxe café da manhã. – ele fala. Eu olho para comida mas sinto meu estomago embrulhar de vez, mas me levanto e vou até o banheiro, tomo bnaho, escovo os dentes e saio enrolada na toalha. — Nada de vestir pijama – ele fala – hoje vai reagir. — Não quero sair daqui. — Você vai sair e se você vir Pesadelo vai o ignorar – ele fala – mas não quero você mais trancada nesse quarto. — Ok, eu vou ajudar Mari no salão – eu falo — Olha só que ideia maravilhosa – ele fala sorrindo – mas antes quem sabe – ele começa a beijar meu ombro e passar a mão pela minah toalha. Eu abro um sorriso para ele, ele começa a me beijar e eu retribuo os seus beijos, ele passa a mão pelo meu corpo, desenrolando totalmente a minha toalha e ela cai no chão, me deixando nua na sua frente, um sorriso nasce em nossos rostos e eu tiro a sua camiseta, ele passa a mão por todo meu corpo, eu abro o zíper do seu calção, e o calção dele cai no chão, ele me deita na cama e tira a sua cueca e vem por cima de mim, me penetrando lentamente enquanto a gente se beijava, cada dia mais eu sentia mais desejo por ele e prazer com ele. (...) Eu tinha me despedido de Pedro e fui até o salão, Mari sorri quando me ver. — Vim te ajudar – falo para ela. — Obrigada meu amor – ela fala sorrindo. Começamos a fazer e atender as clientes, logo depois de finalizar as clientes marcadas,Mari foi para casa. Sara entra no salão e eu a encaro. — Isa – ela fala sorrindo – que bom te encontrar aqui. — Sara, tem hora marcada? — Mari sempre me atende sem horário. — ]Ela não está. — O que você sabe fazer? — Cabelo – eu falo — Então é isso que eu quero fazer – ela fala – dar uma hidratação nele e reparar as pontas. — Ok – eu falo para ela. Ela vai no lavatório e eu lavo os seus cabelos, depois começo a arrumar para começar a cortar. — Você e Pedro estão felizes né? – ela pergunta — Sim – eu respondo — Nunca achei que Pedro se interessaria por uma garota que nem você. — Que nem a mim? — É – ela fala – assim sabe, mais inocente, na sua , ele sempre gostou das mais despojadas do morro, mais se sabe. — Vagabundas? – eu pergunto — Na cama, sim – ela fala sorrindo – todo mundo comenta, como Pedro está aguentando estar com voc~e. — Onde você quer chegar com isso? — Que você é corna – ela fala me olhando através do espelho. — O que você disse? — Você realmente achou que Pedro ficaria com você, apenas com você? Você é filha do dono do morro – ela me encara – ele tem é medo que você tome o lugar dele, casando com você, ele vira o Herdeiro logo logo. — Você não sabe o que está falando. — Olha – ela fala me mostrando uma foto dos dois – ele estava com essa roupa ontem, não? – ela pergunta e vejo a foto dos dois se beijando – e tinha saído da sua casa não faiza muito tempo. Eu olho para a foto vendo que realmente era a roupa que ele estava ontem, eu estava com a tesoura ana mão, eu sitno uma raiva tão grande, que eu agarro o cabelo dela todo na minha mão e passo a tesoura de uma vez só. — O que você está fazendo? – ela vcomeça a gritar – me solta – ela se debatia e eu picoteava o cabelo dela. Eu bato o rosto dela contra o espelho e a bancada e ela começa a sangrar. Ela começa a gritar, e ela se levanta e tenta vir para cima de mim. — Eu te furo sua v*******a – eu falo para ela e logo JK entra no salão. — Que gritaria é essa? – ele pergunta e Mari chega logo atrás. — O que está acontecendo aqui? — Cadê Pedro? – eu pergunto para eles — Ele está na boca – Jk fala. — Eu preciso falar com ele – eu falo saindo com a tesoura na mão.
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