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1403 Words
Capítulo 147 Isabela narrando Eu me olho no espelho, visto qualquer roupa e saio de casa, Marielle tinha colocado uma musica nada haver, mas nem fui perguntar como ela estav, eu estava tão m*l que só queria sair daquela casa respirar um ar puro. Hoje era sexta e era dia de baile, estava acontecendo o esquenta, já tinha anoitecido, então eu vou em direção ao baile e entro, era muita gente já ali dentro, musicas tocando, dj, mulheres dançando, vapores, drogas, bebidas tudo rolando ali. Eu fico meio perdida e bem tonta ali dentro, equando me dou conta do que estou fazendo, tento procurar uma saída, eu estava área, cabeça dormente e doendo ao mesmo tempo. Eu me encosto em uma parede e tinha o bar ao lado, vejo as pessoas comprando doses de bebida sem parar , as mulheres rindo com outras, snedo felizes. Eu olho para tudo com muita concentração, então um homem para do meu lado. —Vai querer? – ele pergunta – é 20. —O que é isso? —Vai patricinha você vai gostar – ele me entrega e eu tiro a nota de 20 e entrego para ele. Eu pego aquilo na minha mão enrolado e o cara acende o isqueiro, ele acende aquilo e depois sai, eu coloco na boca e na primeira vez que fumo, eu começo a tossir. —Quer uma bebida? – o homem do bar fala. —Quero. —Aqui. Ele me entrega um copo e sem pensar duas vezes eu bebo tudo de uma vez e ai percebo que era bebida com álcool, eu sinto uma dor de cabeça forte e fico ainda mais tonta do que eu estava. Eu começo a ver tudo com bastante vulto em volta de mim, fico tonta, tudo girando e eu me agarro no bar, porque parecia que as paredes iriam cair, o teto, tudo. Eu estava literalmente passando mão, as pessoas pareciam estar voando. Até que vejo alguém encostar em mim e eu meto um soco na cara da pessoa. Capítulo 148 Marielle narrando Ele passa a mão pelo meu rosto lentamente. —Eu queria te odiar, como eu queria isso – eu falo para ele – mas é quase impossível. —Eu não queria que tudo isso tivesse acontecendo – ele fala – eu queria poder voltar no tempo e fazer diferente. —Está na hora da gente esquecer o passado – eu falo para ele – porque o passado machuca todo mundo, um passado que deveria importar apenas nos dois, está machucando muita gente. — Eu não sei se eu mereço o seu perdao e nem mesmo ser feliz com você – ele fala – eu te machuquei muito, a Isa. —Eu sei que está sendo difícil para todos nós – eu falo para ele – assim como Isa está cansada de ter a vida controlada, eu também estou, de guardar meus sentimentos e de pensar sempre nos outros. Eu amo você Augusto e eu quero poder sentir um amor leve. —Eu também te amo – ele fala me olhando. – Eu não quero errar de noov Mari. —Então me deixa ficar – ele me encara – não me peça para ir embora de novo. Ele passa a mão pelo meu rosto lentamente, a gente se encarava em silêncio, a gente encosta em nossos rostos e ele me abraça forte. Pela primeira vez eu me senti protegida em seus braços, isso era loucura para todo mundo, mas eu vivi 14 anos casado com uma pessoa que parecia perfeita e no final também era um monstro e pior, fez m*l a todos nós. Eu não conseguia mandar em meu coração, ele me dizia para ficar, para falar, eu estava morrendo aos poucos com tanta dor dentro de mim. A gente encosta nossos rostos e a gente acaba se beijando, um beijo diferente de todos os outros, um beijo de necessidade, um beijo que a gente precisava a muito tempo. Capítulo 149 Pedro narrando —Então é isso? – eu pergunto para Sara – você não tem mais nada para contar? —Não – ela fala – eu contei tudo. —E além de você, quem estar aqui dentro e está ao lado dele? – ela me encara —Eu não sei,. —Eu não estou brincando Sara, você já me trouxe problemas de mais por hoje – eu falo para ela – eu quero a porcaria de respostas. —Pedro – Martin fala —O que foi? —Isa tá no baile e acho que se drogou – ele fala —O que? – eu pergunto - depois terminamos aqui, mantém ela trancada e sobre vigia. Eu saio correndo em direção ao baile, eu entro no baile e começo a procurar por Isa e a encontro passando m*l perto do bar, eu puxo ela pelo braço e ela me mete um sooc no rosto. —Sai sai – ela começa a grita —Sou eu Isa – eu seguro ela por trás e sinto o sangue escorrer pelo meu nariz, eu agarro seus braços. Ela começa a gritar desesperada pedindo ajuda e eu a tiro de fora do baile. —Me ajuda – ela fala – me ajuda. Eu pego ela no colo e ela gritava muito, eu entro dentro de casa, assustando a minha mãe. —O que ouve? – minha mãe pergunta —Isa se drogou, bebeu, não sei – eu falo Isa começa a passar m*l e eu a levo para o banheiro. —Eu estou m*l – ela fala —Vomita – eu falo para ela. —Não. —Vomita Isa – eu repito e ela n**a – Anda; Eu abro a sua boca e coloco os dedos na sua garganta, logo ela começa a vomitar, assim ajudaria a passar um pouco do efeito da d***a, ela começa a vomitar sem parar. —Eu trouxe água – Minha mãe fala —Toma agua – eu falo e Isa só chorava. Eu ajudo ela a tomar água e ela tentava tirar o copo da minha mão, mas consigo que ela tome, eu levanto ela e ajudo ela a entrar de baixo do chvueriro, ela não falava nada, so gritava, chorava e me batia, eu ligo o chuveiro gelado e entro com ela dentro do chuveiro, água estava gelada, trincando eu tiro a minha camiseta e acolho ela em meu peito, mesmo ela gritando, se desesperando, eu mantenho ela firme contra meu corpo, abraçada, a água escorria sobre os nossos corpos e a Isa foi se acalmando e adormeceu ali mesmo depois de quase meia hora. —Eu te ajudo – minha mãe fala. Eu e minha mãe tiramos ela e trocamos a sua roupa, eu tiro a minha rápido e tampo ela. Minha mãe coloca um pano quente sobre a teste dela e depois desce. Eu passo a minha mão pelo seu rosto acariciando lentamente, eu queria poder tirar tudo isso dela. (...) Eu não tinha dormido nada, passei o a noite acordado, esperando o dia amanhecer, Isa foi acordando lentamente e ela abre os olhos e me encara , ela estava deitada sobre o meu peito, encolhida. —Pedro – ela fala me encarando e eu abro um sorriso de leve para ela acariciando o seu rosto – o que aconteceu? —Só descansa – eu falo para ela – não se preocupa com mais nada. —Eu fiz m***a – ela fala —Todo mundo um dia faz – eu falo sorrindo para ela – você fez a primeira vez – ela me olha. —Porque está com olho roxo? – ela pergunta e eu começo a rir. —Você me ameaçou com uma tesoura e depois me deu um soco em menos de 24h – eu falo e ela me encara e eu começo a rir. – você não é nada mansa, é bem brava. —Desculpa – ela fala com lagrimas nos olhos. —Não precisa chorar meu amor – eu falo para ela – vou repensar duas vezes antes de começar uma briga com você, vou fazer tudo que me mandar – ela abre um sorriso —Seu boob. —Vem, deita melhor aqui – ela se ajeita – descansa mais um pouco. Ela se ajeita em meus braços e fecha os olhos e acaba adormecendo novamente enquanto acariciava os seus cabelos, vendo que ela estava bem, acabo pegando no sono também.
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