Capítulo 8

554 Words
Que bom que o banheiro fica um pouco mais ao fundo, seria estranho fazer isso aqui com aquele cara logo ali. Não que isso já tenha me impedido antes, já me masturbei debaixo dos cobertores do quartel com vários homens no mesmo quarto que eu quando mais jovem. Mas no momento é diferente e... __Ahhhh... É tudo o que sai da minha boca quando minha mão encontra o meu p*u latejante e duro como rocha. Eu o esfrego devagar sentindo cada sensação crescer em meu corpo, não sei se pelo fato de estar há horas exposto a tanta p*********a, nem preciso imaginar nenhuma mulher, isso tudo, todas as imagens que vi e o que presenciei já me deixam no limite enquanto eu me masturbo mais duro e mais rápido. Eu me encosto contra a parede, rapidamente g**o deixando um gemido rouco escapar da minha garganta enquanto minha mão sobe e desce em torno do meu p*u drenando até minha última gota de esperma. Eu tento acalmar minha respiração e recuperar minha visão embaçada. É quando olho na direção da porta e o vejo me encarando surpreso. Quando vou fazer alguma coisa ele sai rapidamente. Que m***a, ele me viu batendo uma? Mas que p***a! Há quanto tempo ele estava ali e eu não vi? Pego o tecido que encontrei mais cedo pra servir de toalha e enrolo em meu corpo, pego minha arma e saio rapidamente na direção dele e o encontro sentado na cama me olhando assustado quando me vê apontando a arma para ele. Coloca as mãos no ar assustado ficando encostado a parede e posso ver medo em seus olhos. Minha respiração vai se acalmando aos poucos. Ele diz: __Desculpa. Em meu idioma e eu então percebo que ele não está querendo fugir, está com medo da minha reação ao que ele viu. Mas não fico pensando muito sobre isso porque escuto barulhos de carro por perto, me aproximo do meu ponto de observação e vejo que são tropas inimigas, eles podem rondar aqui novamente procurando por nós. Olho para Liak, ele parece mais assustado do que antes e eu apenas me aproximo e digo mesmo que ele não entenda: __Temos que nos esconder. Seguro seu braço e o puxo comigo indo na direção de um pequeno quarto que encontrei atrás de uns armários caídos no fim dessa construção. O coloco lá, peço silêncio com as mãos, ele balança a cabeça afirmativamente, quando vou sair ele segura meu braço e me olha assustado,dizendo: __Não. Como se me dissesse para não sair, ele sabe que sou sua única chance dele sobreviver por isso está me pedindo isso, eu apenas digo: __Eu volto. Não sei se ele me entende mas pelo menos solta meu braço devagar. Sigo até onde dormimos e bagunço as coisas de uma forma que não pareça ter sido habitado por ninguém nas últimas horas. Recolho tudo, pego minha mochila com tudo dentro, sigo até o banheiro e visto minha calça. Apenas coloco minha parte de cima do uniforme e nem o abotoo. Volto ao posto de observação e vejo que são no mínimo cinco homens, eu teria chance contra eles, mas com alguém pra me cobrir. Sozinho seria difícil e quando penso no que eles continuarão fazendo com Liak eu desisto de contra atacar seguindo na direção do esconderijo.
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