CAPÍTULO 1

1043 Words
GV- Levantei sendo, fui ao banheiro, fiz minha higiene pessoal tomando um banho gelado. Sai do banheiro e fui até o closet pegando um short preto da Nike e uma blusa vermelha. peguei minha Glock e meu rádio colocando na cintura, sai do meu quarto descendo as escadas direto para a cozinha tomar meu café. chegando lá encontro dona Maria a mulher que trabalha aqui e minha irmão. GV- bom dia! Dona Maria- Bom dia meu querido! Júlia- Bom dia, irmão lindo do meu coração! GV- fala logo oque você quer p***a, fica de melação para cima de me não! Júlia- Credo não pode nem ser carinhosa, mais então, hoje tenho médico e queria saber se pode liberar o BR para podermos irmos juntos, para saber sobre o bebê. GV- Não! pois ele tem que trabalhar Júlia- Nossa, você e insuportável! GV- Não falei nada e sai da cozinha indo para a garagem pegando uma das minhas motos e saindo para a boca. comprimento os vapores que fazem a segurando lá na minha casa. chegando na boca comprimento os vapores que fazem a segurando lá e já vou entrando para minha sala. sento na minha poltrona e vou pegando uns papéis para conferir a contabilidade que e responsabilidade do BR, não demora muito ouço o barulho dos fogos. já penso Droga, tá tendo invasão, no mesmo instante meu rádio toca era o RC. RC- Ta tendo Invasão, corre que a coisa tá feia p***a. GV- já estou indo p***a, quem são essas desgraças que estão invadindo meu morro? RC- Os caras do morro da Rocinha. GV- filhos da p**a, aguenta aí que já tô chegando. Saio da minha sala pegando meu fuzil colocando nas costas. Subo na minha moto e vou para a entrado do morro. chegando lá estava a maior bagunça um monte de pessoas no chão, só os cara do morro da Rocinha. já avisto o RC e o BR e vou me juntar a ele, chegando mais perto vejo um homem atrás de um carro mirando para a cabeça do RC, não pensou duas vezes e já pego minha Glock e dou um tiro na testa dele e ele cai no chão. chego perto do RC e ficamos trocando tiro. não demora muito meu rádio toca. Vapor1- chefe, a Júlia foi baleada na perna e estamos levando ela para o hospital aqui da comunidade. GV- que p***a! já estou indo. BR- oque aconteceu? GV- A Júlia foi baleada na perna, estão levando ela para o hospital. corri para minha moto e os meninos fazem o mesmo. chegando no hospital já fui entrando correndo para a recepção perguntando sobre a Júlia. GV- minha irmã levou um tiro, como ela está ? Atendente- ela está sendo atendida nesse momento, o senhor tem que aguarda. GV- aguarda e um Caraí, vou entrar nessa p***a aqui agora, quem manda nesse hospital sou eu. sou o dono então vou entrar. já vou entrando os o BR, RC atrás de me. entro na sala de uma vez e ela está deitada na maca e o médico examinando a na perna dela. os dois levaram um susto. entramos na sala e o BR já foi para o lado dela e eu sentei na poltrona BR- Como você está? e o bebê? Doutor- Vocês não pode entrar aqui, ela está sendo atendida, vou pedir q se retirem GV- ninguém vai sair dessa p***a não, esse hospital e meu e eu que pago seu salário, entro e saio na hora que eu quiser. doutor- desculpe não te reconheci. Júlia- estou bem! o bebê também está bem, só vou um susto. médico- Um tudo bem que quase custou a vida do seu filho. partir de Hoje você terá que ter repouso e não pode levar susto, para não prejudica seu bebê. dessa vez conseguimos salva, mais da próxima pode ser que não conseguimos. BR- partir de hoje você não sai nem no quintal de casa. Júlia- Vai se f***r que não sou sua prisioneira. Doutor- vou pedir uma enfermeira para vim fazer o seu curativo e te passar as vitaminas para você tomar. já fala saindo. Julia- obrigado doutor. GV- você vai fica em casa sim merda, não vai sair de casa para nada. não demora muito entra uma moça muito bonita, cabelos liso,olhos azul, baixinha não tão magra mais seu corpo de violão e muito lindo. Dora- bom dia, me chamo Dora, vim fazer o curativo e passar algumas vitaminas para você tomar em casa. falo me aproximando na maca onde ela está demorando, com a bandeja de coisas para fazer o curativo. GV- fico observando ela fazer o curativo enquanto BR fica mimando minha irmão na maca. fiquei encarando Dora, pensa em uma mulher perfeita. Dora- Prontinho o seu curativo, e só você fazem em casa por alguns dias e passando a pomada que vai cicatrizar rápido! vou pegar a receita com as vitaminas para você, espere um momento, fala saindo da sala. Júlia- obrigado. BR- Parece que tem gente gamado em uma pessoa e começa a rir. RC- concordo, ele não tirava os olhos dela começamos a rir. GV- vão se f***r todos! não tô gamado em ninguém, não faço isso. Dora- está aqui a sua receita, falo abrindo a porta. você está liberado para ir para casa. Julia- obrigado. já falei saindo da sala sendo acompanhada pelo BR e o RC. GV- ela está de costa para me encostada na maca recolhendo as coisas. cheguei e abracei ela pela cintura. Dora- Oque você pensa que está fazendo? GV- Eu te quero novinha. Dora- vai ficar querendo. confesso que naquele momento em que ele me abraçou me deu um frio na barriga, pensa em um homem gostoso. GV- falo no seu ouvido fazendo ela arrepiar. quero f***r com vc gostoso sua safada. Dora- Vai achando que sou suas Putas que você tem por dinheiro. GV- Sou dono desse hospital, desse morro ela me interrompeu na hora. Dona- falou certo dono do hospital, morro, mais não meu dono. faço isso tirando a mão dele da minha cintura. tenho outros pacientes para olhar, falo isso saindo da sala deixando ele só. GV- nova difícil, mais ainda vou f***r com ela. saio do hospital voltando para boca. resolver minhas coisas.
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