Capítulo 24 Marlon narrando Mal entro no condomínio e já sinto aquele silêncio confortável da madrugada. Encosto o carro perto da guarita, baixo o vidro e aviso: — Matheus tá chegando. Você libera ele? O porteiro ergue a cabeça, ainda com cara de sono. — Claro, senhor. Bom dia. Viro o rosto para ela… e meu peito até amolece. A Gabi tá dormindo profundamente, toda encolhidinha. Dá até dó de acordar. O Dani olha pra mim pelo retrovisor e ri: — As duas estão mortas de cansadas, mano. Uma apagou aí e a outra aqui. Tadinha delas. — Então quando parar o carro a gente chama — falo baixo. — Fechou — ele responde. Assim que estaciono na vaga, os moleques descem do carro. Eu olho de novo pra Gabi, toda calma, toda minha vontade de proteger. — Mano, tô com dó de acordar elas — comento. He

