Capítulo 92

1040 Words
Estava lá na minha intertido jogando, ouvi barulho na escada e ela desceu com a p***a de um vestido amarelo e soltinho, quer instigar bandido. Meu rádio tocou mas minha atenção ficou nela, ela de costas e eu pegando a visão dela. - Rádio On. Vapor: Na escuta, chefe? Bagulho vai ficar doido aqui na barreira. A amiga da patroa esta vindo pra cá com o Urso mas está sendo seguida por um carro. Nós ta aqui com o VT na contenção. Digão: To brotando. - Rádio Of. - Só peguei a chave da moto, minha Glock, botei o chinelo e sai vazado. Nem sei se escutou mas não deu tempo nem de passar a visão pra ela. - Cheguei lá e o c*****o já tinha acontecido, agora é amanhã a gente ver o que vai ser feito. Esse cana não vai dar paz pra Luana, vai ser f**a também se ele descobrir que a Caroline esta aqui. - Voltei pra casa na mola também, já guardei a moto e entrei em casa. Já fui subindo pro quarto pra falar com ela, ela estava deitada na cama e não me deu nem confiança. Caroline: Tá muito calor lá fora né? Pra tu sair sem camisa, tendo um c*****o de roupa nesse closet. Pimenta no cu dos outros é refresco. - Disse levantando e indo em direção o banheiro, na hora que ela ia fechar a porta, entrei. Digão: Sai na correria, não deu tempo. Mas tu fala direito comigo, falo namoral contigo. - Falei de frente pra ela. Caroline: É, quando fui buscar o morango também foi na correria. E eu estou falando como? Ah Digão, faça me um favor. Quero usar o banheiro, tem como você sair? Digão: Me respeita cara, tá cheia de marra. Caroline: Te respeitar porque? Tu é meu chefe? Só me faltava essa. - Disse irônica, é uma desgraçada mané. Digão: Não sou teu chefe, sou a p***a do teu homem. - Falei enforcando ela devagar e a encostando na parede. Caroline: Me solta. - Falou baixinho, quase gemendo. Digão: Só se tu me der um beijo. - Falei sorrindo. Caroline: Não, você vai dormir lá em baixo. Pode sair daqui Diego. Não estou boa com você. Digão: Brabão que eu vou dormir lá em baixo, vou dormir aqui e contigo filhona. Ta p**a dorme que amanhã é outro dia, nem eu e nem você vai sair desse quarto. - Disse saindo do banheiro e indo em direção a porta, tranquei a mesma e escondi a chave. - Deitei na cama com as mãos debaixo da cabeça, ela saiu do banheiro e me encarou cruzando os braços, foi até a porta e tentou abrir mas viu que estava fechada. Deitou de costas pra mim cheia de marra e com um bico enorme hahahahah mano ela não tinha cara que era braba não, meu Deus, que sufoco. - Levantei, apaguei a luz e voltei pra cama, peguei a coberta me cobrindo e olhei pra baixo da mesma. a diaba estava com a p***a da b***a empinada e virada pra mim, isso é uma feiticeira desgraçada parceiro. Eu não tenho controle pra isso. - Fui devagarinho me encostando nela, passando a mão pelas suas pernas e subindo. Ela me deu uma bundada sinistra me tirando dela, mais um pouco caio fora da cama parceiro, aí não ta adiantando. Digão: Qual foi mandada, agora não posso mais te encostar? Caroline: Não, eu não quero. Digão: Agora vai fazer greve também? Já é , vou fazer o mesmo. Caroline: Você tem duas mãos, seja feliz. E eu tenho duas mãos e um vibrador, serei feliz. Ta tudo certo. Digão: VOCÊ TEM O QUE CAROLINE? - Disse tirando o cobertor de cima dela e fazendo ela olhar pra mim. Caroline: Ué, super normal. Toda mulher tem! - Disse com aquele sorriso sínico. Digão: Tem p***a nenhuma. Mulher minha não tem isso, tá me tirando pra nada? BORA CAROLINE, levanta filhona. Aonde tá essa p***a? Pode jogar esse c*****o no lixo, não quer me dar mas que usar vibrador? Duvido p***a, só se eu tiver ficando maluco. - Falei agoniado já levantando e procurando essa p***a. Caroline: Para de ser maluco cara, eu to brincando. Eu era virgem, como que vou ter um vibrador? Não sei nem usar isso. - Disse se engasgando de rir. c*****o, devo ter virado palhaço mesmo. Digão: Qual foi morena, vamos ficar em paz. Não tenho mais saúde pra isso não, nunca mais quero guerra contigo, ta maluco filho. Fiquei até cansado, papo reto. - Disse deitando de novo, respirando fundo e tentando ficar tranquilo. Caroline: Então me pede desculpas. - Falou se deitando no meu lado e me encarando. Digão: Desculpa morena, mas pô. É f**a, fiquei cego de ciúmes, a tua roupa não condiz com o seu caráter. Mas tu não sabe como é a mente de um homem. Tu é minha pô, só de imaginar vagabundo te olhando na maldade, já fico neurótico. Caroline: Ta desculpado, seu surtado. Eu até te entenderia se a sua forma de falar tivesse sido menos grosseira. Quando você quiser falar algo que te incomode ou que você não gostou, só falar comigo direito que eu vou te entender numa boa. Não precisava daquilo. Não sou criança Diego, o fato de eu nunca ter me relacionado, não quer dizer que eu não tenha experiência na vida, de um modo geral. Digão: Peguei a visão, desculpa mesmo. É meu jeito, mas juro que vou tentar falar com você na suavidade. Você é muito braba, ta maluco, que sufoco hahahahah. Caroline: Eu acho que você ainda não viu nada hahahaha mas vou deixar você descobrir. - falou me abraçando e dando um beijo. Digão: Agora o teu homem pode te namorar? To com maior vontade de você morena. - Disse no ouvido dela com a voz rouca e carregada de t***o. Caroline: Agora o meu homem pode tudo. - Disse sarrando no meu p*u como a boa safada que ela é. - Fudi ela gostoso e em todas as posições possíveis, essa mulher é a minha perdição. Não canso dela nunca, toda hora eu quero ela. Sabe aquela f**a pós briga? Acabei de crer que essa é a melhor, esquece.
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