Renata
Sem falar nada mais com um sorriso que dizia tudo ele me tomou nos braços em um movimento rápido e urgente e me beijou aqueles beijos que tira até seu ar depois de um tempo me soltou e disse.
Alexandre - eu precisava disso.
Fiquei com muita vergonha a Jéssica nós olhava de boca aberta acho que ela ainda não se recuperou do efeito que a beleza dele causou quando viu ele chegando.
Renata - Jéssica este é o Alexandre meu namorado.
a palavra namorado me fez corar um pouco eu ainda não havia me acostumado com o fato de que eu tinha meu primeiro namorado, e se Deus quiser o único.
Ele foi direto cumprimentar ela educadamente e gentil de um jeito que só ele sabe ser.
Alexandre - prazer Jéssica.
Jéssica - o prazer é meu.
Os dois estavam sorrindo e eu também fiquei feliz que finalmente ele tá conhecendo a primeira pessoa da minha vida.
Alexandre - trouxe mcdonald's pra vocês espero que gostem.
Nos nos olhamos uma pra outra com os olhos brilhando, como duas gulosas que somos.
Renata - nossa amor obrigada não precisava.
Jéssica - precisava sim.
Jéssica fez nós todos rir.
Alexandre - não é nada de mais amor é só um mimo.
Renata - obrigado mesmo assim.
começamos a comer. Ele trouxe hambúrguer, batatas fritas e refrigerantes, para nós duas, ele sentou na Areia mais não quis comer nada notei que um pouco nervoso, depois de um tempinho comendo e falando assuntos aleatórios resolvi ver o que estava acontecendo com ele.
Renata - aconteceu alguma coisa amor ?
A pergunta fez quebrar o silêncio.
Alexandre - está semana vou ter um trabalho importante para fazer e bem arriscado eu não quero que se preocupe mais.....
ele deu uma pausa pra respirar depois continuou.
Alexandre - se alguma coisa acontecer comigo eu pedi pra alguém entra em contato com você na sua faculdade tem problema?
Renata - claro que não. mais você tá me assustando que trabalho é esse arriscado? eu não aceito perder você.
Alexandre - amor é confidencial mais não se preocupe seu namorado é o melhor.
Ele disse isso dando uma piscada pra mim tentando me tranquilizar.
Derrepente me subiu um medo uma angústia, a Idea de perder ele acabou com meu dia, comecei a chorar as lágrimas escorria uma atrás da outra. ele percebeu e se levantou rápido da Areia.
Alexandre - vamos ali até meu carro eu vou conversar um pouquinho com vc depois vou embora.
eu concordei com a cabeça. Jéssica não entendeu nada do que estava acontecendo ficou nós olhando um pouco perdida.
Alexandre - foi um prazer te conhecer Jéssica até uma próxima.
Jéssica - o prazer foi meu, minha amiga merece um cara bacana como você.
os dois sorriram um pro outro e eu só sabia chorar baixinho sem escândalo, ele passou o braço encima de mim e fomos andando até o carro dele em silêncio, um silêncio que pesava o ar.
chegando na frente do carro ele segurou meu rosto limpou minhas lágrimas olhou bem nós meus olhos e estava esperando pra por em ordem as palavras que ele ia me falar.
Alexandre - amor preciso que você entenda que meu trabalho é de risco, se eu tô falando pra você que derrepente podem te procurar pra falar algo que aconteceu comigo não tô afirmando que vou morrer em batalha, mais tô te dizendo que corro este risco.
Renata- larga este trabalho.
Disse em um tom de menina mimada e emburrada fazendo birra. isso fez ele rir um pouco.
Alexandre - amor é meu trabalho é o que eu amo fazer. mais pode ter certeza que vou lutar como um leão que sou pra sempre voltar das batalhas pra você prós seus braços pequenos.
Disse isso me abraçando alisando minhas costas beijando meu pescoço, aquilo estava me acalmando me acalentando de certa forma.
Renata - não quero pensar na Idéia de perder você.
parei um pouco de chorar. comecei a me tranquilizar.
Alexandre- vamos mudar de assunto. vamos falar de como você tá gostosa nessa praia com este biquíni me deixando louco de t***o e ciúmes.
Nessa hora eu comecei a sorrir sem conseguir olhar nos olhos dele, ele começou a passar a mão de vagar acariciando minha b***a de uma forma que também fiquei excitada.
Renata - não precisa ter ciúmes amor eu sou tua.
Alexandre - vamos te lembrar como você é minha.
Ele me soltou e abriu o carro fez eu entrar nos bancos de trás deitou um pouco meu corpo entrou também fechou as portas ligou o ar-condicionado veio pra cima de mim me beijando com intensidade com voracidade, apesar do pouco espaço o momento estava incrível meu corpo todo gritava por ele, senti sua ereção grande encostando em mim os beijos com desejo a mão dele uma estava na minha cintura a outra ele desligava minhas partes íntimas acariciando não forte mais com delicadeza.
Eu estava pronta pra me entregar a ele. não interrompi só continue correspondendo os carinhos o calor parecia que ia nos incendiar de tanto desejo.
Ele foi descendo os beijos pelo meu corpo todo quando chegou na minha i********e botou o biquíni pro lado e começou a beijar mais sempre me olhando nos olhos pra ver minha reações. eu comecei a gemer baixinho uns gemidos incontroláveis. as mãos dele eram firmes nas minhas coxas mantendo minhas pernas bem abertas a língua dele no meu c******s estava me fazendo sentir algo que nunca senti era como uma possessão ele estava me tomando por inteira pra ele pra boca dele ali, minhas mãos estavam segurando os bancos firmes quase arranhado o couro preto dos bancos do carro de luxo dele, não me controlei senti o g**o quente escorrendo de mim ele parou e sorriu olhando pra mim.
Alexandre - você é deliciosa meu amor e agora pode curtir sua praia com sua amiga lembrando que você é minha.
eu sorri sem jeito e ele percebeu, começou a me beijar segurando meu rosto, o que me fez lembrar que ele esteve onde ninguém mais esteve e que realmente eu era dele.
eu estava me recompondo pois até minhas pernas estavam bambas, agradeci a Deus que os vidros eram todos pretos e ninguém podia nos ver. eu saí do carro com a ajuda dele como se nada tivesse acontecido, mostrando normalidade para quem passava por ali perto.
Renata - te mando mensagem quando eu chegar em casa.
Alexandre - sim me avisa que eu te ligo pra nós conversar antes você de você dormi minha pequena.
me abraçou mais um pouco me beijando me levantando pra cima com os braços fortes depois me soltou. entrou no carro o ronco do motor potente chamou atenção de quase todo o calçadão da praia, o carro além de lindo era uma máquina assim como o dono, sai sorrindo e orgulhosa em saber que aquilo tudo era meu.
Cheguei na areia atrás da Jéssica ela estava com um gatinho envolvida em um beijo que fazia eles parecer uma só pessoa.
Renata- Jéssica
ela termina o beijo me olha com um sorriso largo no rosto com uma cara de criança levada.
Jéssica- você demorou amiga e eu estava entediada.
Tive que rir da forma como ela levava tudo na brincadeira ela era muito alegre auto astral e via a vida de uma forma diferente. levando tudo pro lado positivo eu amava isso nela.
as horas foi passando e o fim de tarde nos entregou um por do sol lindo espetacular depois que o sol se foi fomos cada uma pra sua casa.
Cheguei em casa fui logo para o banho tirar a areia e o cansaço, botei um pijama confortável e deitei na cama olhei o relógio era 20:36 da noite. Ouvi os passos do meu paí entrando no meu quarto.
Urso- já está dormindo?
Renata - não pai eu me deitei agora tô só aqui descansando.
Urso- não vai jantar?
Renata - tô sem fome pai comi muito na praia com a Jéssica.
Falei desanimada, mais era verdade eu só estava cansada mesmo.
Urso- eu só queria agradecer por ter trazido alguém aqui filha foi muito importante pra mim ver que você não tem vergonha de mim.
Renata- eu já disse não tenho vergonha de você pai eu te amo.
Ele sorriu e já ia saindo pela porta. resolvi falar com o coração.
Renata- pai eu não tenho vergonha se ser de comunidade nao me acho melhor que ninguém daqui estudo por que me esforcei para ter está bolsa de estudos assim como qualquer um aqui pode estudar e estar la estudando comigo.
dei uma pausa pra continuar respirei fundo e falei com calma pra ele entender o que eu estava sentindo.
Renata- Eu não trazia a Jéssica aqui por que eu gosto dela ela é minha melhor amiga e eu queria proteger ela de vir aqui por medo o morro não é um lugar seguro e a agente sabe bem disso pai.
os olhos dele brilharam mesmo com a luz apagada pude ver eles encherem de água. ele sabia do que eu estava falando por que ele lembrava bem da cena do tiroteio onde perdemos a mamãe aquilo nos marcou pra sempre. não é um assunto que falamos mais é uma ferida aberta que as vezes dói mais do que podemos aguentar.
Ele não disse nada apenas saiu pela porta e fechou devagar me deixando ali com minhas razões e o silêncio.